quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

CASA DE FERREIRO ESPETO DE PAU...SERÁ QUE TAMBÉM EXISTE CURA PARA A HIPOCRISIA E O FANATISMO RELIGIOSO?.....ESSA TAL BANCADA EVANGÉLICA; ESTÁ SE TORNANDO UMA PIADA.


Se Deus\Natureza, quando criou o Homem\Mulher tivevesse pensado em estampar os desejos\taras sexuais na cara de cada uma de suas criaturas: EU TENHO CERTEZA QUE MUITO NEGUINHO\A HIPÓCRITA; PENSARIA DUAS VÊZES ANTES DE ABRIR A BOCA.
É incrível que, com todas as mazelas sociais que temos, ainda exista gente sem-vergonha que está mais preocupada com o ÚC dos outros...do que em lutar contra A DESIGUALDADE SOCIAL, E A CORRUPÇÃO ENDÊMICA QUE ASSOLA ESTE PAÍS.
Aquí mesmo em Morro do Chapéu, nós temos exemplos fartos dessa desigualdade social que, vergonhosamente, mesmo com os Governos Progressistas que temos; parece se multiplicar.
Ontem mesmo, no programa matinal do Léo Ricardo na Rádio Comunitária Diamantina, o mesmo, entrevistou um vendedor ambulante que, depois de sofrer um ataque de epilepsia, foi abandonado pelo seu patrão na cidade de América Dourada...tendo que caminhar até Morro do Chapéu...com fome, com sede e sem um tostão no bolso. O pobre homem, estava desesperado sem saber o que fazer para retornar à sua terra natal que fica no estado da Paraíba. Felizmente, que, apesar desta ser uma TERRA DE CORRUPTOS; aquí também temos Gente Decente, Gente Humana, Gente Boa que nos ORGULHA...e o problema do rapaz foi solucionado. 

Vejam abaixo as caras dos Safados FASCISTAS HOMOFÓBICOS.

O PASTOR HOMOFÓBICO E SEU MOÇOILO DE ALUGUEL.
 IDEM...


DISPENSA COMENTÁRIOS 
OLHA A POSE E A CINTURA DE PILÃO DO SAFADO 
 OLHA A SAPATILHA DESSE OUTRO SAFADO


OLHA O BRIQUEDINHO QUE CUSTA MILHÕES DE DOLARES, DO SAFADO ACIMA QUE DISSE QUE QUERIA FORNICAR E ARROMBAR A ROSCA DE UM CONHECIDO LÍDER DO MOVIMENTO LGBT.



29 de Fevereiro de 2012 - 12h00

Deputado é contra projeto de “cura gay” da bancada evangélica

O deputado Jean Willys (Psol-RJ) divulgou sua posição contrária ao projeto de lei do deputado tucano João Campos (GO), líder da Frente Parlamentar Evangélica, “que quer permitir as terapias que prometem mudar a orientação sexual das pessoas, transformando magicamente gays em heterossexuais, como se isso fosse possível — aliás, como se isso fosse necessário”, diz o parlamentar.

O projeto de Campos busca sustar a aplicação da Resolução do Conselho Federal de Psicologia (CFP), de 23 de Março de 1999, que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual. A resolução do CFP que o deputado Campos quer derrubar por lei proíbe as chamadas terapias “cura gay”.

“Não bastasse a inconstitucionalidade do projeto, que contraria os princípios fundamentais da Constituição Federal de 1988 (art. 1º, proteção da dignidade da pessoa humana; art. 3º promoção do bem de todos sem discriminação ou preconceito; art. 196º, direito à saúde, entre outros), a proposta vai contra todos os tratados internacionais de Direitos Humanos, que também têm como objetivo fundamental o direito à saúde, a não discriminação e a dignidade da pessoa humana, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos, o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, a Convenção Americana sobre Direitos Humanos e o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais, entre outros”, diz Willys, ao se posicionar contrário ao projeto.

Para o deputado socialista, “(Campos), por convicções puramente religiosas, se considera no direito não só de ir contra os direitos humanos de milhões de cidadãos e cidadãs brasileiras, mas também de desconstruir um ponto pacífico entre toda uma comunidade científica: nem a homossexualidade, nem a heterossexualidade, e nem a bissexualidade são doenças, e sim uma forma natural de desenvolvimento sexual”.

E explica que “nenhuma é melhor ou pior ou mais ou menos saudável do que as outras. São simplesmente diferentes e não há nenhuma dissidência quanto à isso. O argumento de que a homossexualidade pode ser “curada” é tão absurdo como seria dizer que a heterossexualidade pode ser “curada” e é usado sem qualquer tipo de embasamento teórico ou científico e sempre por fanáticos religiosos que tem com o objetivo confundir a população com suas charlatanices”.

E conclui destacando que “há uma preocupante confusão na sociedade, incitada por esse fundamentalismo religioso, que precisa ser esclarecida antes que a saúde física e psíquica de mais jovens seja afetada”. E lembra que “se o Estado é laico – como o é o brasileiro desde 1890 – questões de cunho moral e místico não podem ser parâmetro nem para a elaboração das normas nem para o seu controle. Valores espirituais não podem ser impostos normativamente ao conjunto da população”.

Mecanismos de tortura

Ele diz ainda que a proposta vai também contra os direitos à saúde da população, “pois sabemos que essas supostas terapias de ‘cura gay’ nada mais são do que mecanismos de tortura que produzem efeitos psíquicos e físicos altamente danosos, que vão da destruição da auto-estima de um ser humano até o suicídio de muitos jovens – como ocorreu recentemente nos Estados Unidos, onde mais um adolescente gay, de 14 anos, tirou sua própria vida após ter sofrido assedio homofóbico na escola”.

O caso ocorreu quando o Senado dos Estados Unidos votava um projeto de lei que proibia professores de mencionar a homossexualidade em sala de aula e logo após outro adolescente gay do Tennessee, Jacob Rogers, tirar sua própria vida. Alguns dias antes, mais dois jovens estadunidense também se suicidaram, depois de anos de sofrimento: Jeffrey Fehr, 18, e Eric James Borges, de 19 (este último cresceu em uma família fundamentalista cristã que inclusive tentou exorcizá-lo).

“Essas supostas terapias, repudiadas unanimemente pela comunidade científica internacional, constituem um grave perigo para a saúde pública. Adolescentes e jovens são obrigados, muitas vezes pela própria família, a tentar mudar o que não pode ser mudado, são pressionados para isso por estes grupos que promoven as mal chamadas “terapias de reversão da homossexualidade” e acabam com graves transtornos psíquicos ou se suicidam”, conta Jean Willys.

Segundo ele, “os responsáveis desses crimes deveriam ser punidos, mas o deputado Campos propõe um amparo legal para que, além de fugir da responsabilidade penal pelos seus atos, possam dizer que a lei os protege e que suas atividades criminosas são lícitas”.

De Brasília
Com informações da Ass. Dep. Jean Willys

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