sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Este fim de semana, o blog recebeu a sugestão de uma colaboradora que vive na Suiça (como vcs sabem, o blog tem leitores em todas as partes do mundo...não sabemos o pq disso. Entendemos que isso é só mais uma prova de que temos credibilidade e, que a maioria dos filhos\as de Morro do Chapéu não COMPACTUAM COM A CORRUPÇÃO ENDÊMICA QUE AQUÍ TEMOS); para postarmos o vídeo abaixo. Além da bela música, a lenda que inspirou a ópera de Joaquim Rossini, também tem lugar no País e na cidade (Zurique) que "CONCEDEU" A COMENDA POKEMON ao nosso COMPETENTÍSSIMO GESTOR. Agradecemos muitíssimo a sugestão da nossa nobre leitora, não só pela ligação indireta que tem o personagem central dessa famosa ópera, com a HONRARIA FAKE do nosso Alcaide, mas, também, pelo fato de ajudarnos a disseminar A MÚSICA LÍRICA UNIVERSAL que, segundo os MAIS VELHOS; já foi bastante popular por essass bandas....quando MORRO DO CHAPÉU era rica e governada por HOMENS DE VERGONHA...E NÃO ESSA CORJA DE RATAZANAS QUE TEMOS NOS DIAS DE HOJE.


É POKEMON! É POKEMON!...TIRA ONDA DE PLAYBOY COM COMENDA POKEMON!...eu adoro o CONTO DO VIGÁRIO dessa "HONRARIA". Cada vêz que eu quero me mijar de rir; eu abro a página do BLOG com essa HONRARIA FAKE. 
Guillaume Tell ("Guilherme Tell" em francês) é uma ópera em quatro actos do compositor italiano Gioachino Rossini, com um libreto em francês de Etienne de Jouy e Hippolyte Bis feito a partir da peça Wilhelm Tell, do dramaturgo alemão Friedrich Schiller. Baseada na lenda de Guilherme Tell, esta ópera foi a última do compositor, embora ele tenha vivido mais quarenta anos depois de sua apresentação. A Abertura de Guilherme Tell, com seu célebre finale, é uma obra importante no repertório de concertos e gravações operísticas.


ORQUESTRA REAL CONCERT GEBOUW\Koninklijk Concertgebouworkest-AMSTERDAM sob a batuta do Maestro Mariss Jansons.
Embora tenha sido encenada pela primeira vez pela Opéra de Paris, na Salle Le Peletier, em 3 de agosto de 1829, a duração da obra, cerca de quatro horas de música, bem como suas exigências impostas ao elenco, como o registro alto exigido para o tenor, contribuíram para a dificuldade de produzi-la.[1] Costuma sofrer grandes cortes quando é encenada, e suas apresentações já foram feitas tanto em francês quanto ao italiano.

Guilherme Tell (em alemão Wilhelm Tell) foi um herói lendário do início do século XIV, de disputada autenticidade histórica, que se pensa ter vivido no cantão de Uri, na Suíça.
O nome Guilherme Tell surge tipicamente associado à guerra de libertação nacional da Suíça face ao império Habsburgo da Áustria.

 A lenda

Guilherme de Bürglen era conhecido como um especialista no manejo da besta. Na altura, os imperadores Habsburgos lutavam pelos domínios de Uri e, para testar a lealdade do povo aos imperadores, Hermann Gessler, um governador austríaco tirano, pendurou num poste um chapéu com as cores da Áustria, numa praça de Altdorf. Todos que por lá passassem teriam de fazer uma vénia como prova do seu respeito. O chapéu era guardado por soldados que se certificariam que as ordens do governador fossem cumpridas.
Um dia, Guilherme e seu filho passaram pela praça e não saudaram o chapéu. Prenderam-no imeditamente e levaram-no à presença do governador que, reconhecendo-o, o fez, como castigo, disparar a besta a uma maçã na cabeça do filho. Tell tentou demover Gessler, sem sucesso; o governador ameaçaria ainda matar ambos, caso não o fizesse.
Tell foi assim trazido para a praça de Altdorf, escoltado por Gessler e os seus soldados. Era o dia 18 de Novembro de 1307 e a população amontoava-se na expectativa de assistir ao castigo (e, sobretudo, ao seu culminar). O filho de Guilherme foi atado a uma árvore, e a maçã foi colocada na sua cabeça. Contaram-se 50 passos. Tell carregou a besta, fez pontaria calmamente e disparou. A seta atravessou a maçã sem tocar no rapaz, o que levaria a população a aplaudir os dotes do corajoso arqueiro.
Não obstante, Guilherme trazia uma segunda seta. Gessler, ao vê-la, perguntou por que ele a trazia. Tell hesitou. Gessler, apressando a resposta, assegurou-lhe que se dissesse a verdade, a sua vida seria poupada. Guilherme respondeu: "Seria para atravessar o seu coração, caso a primeira seta matasse o meu filho".
Indignado, Gessler mandou o rebelde para a prisão alegando que dignaria a sua promessa deixando-o viver — mas preso, no castelo de Küsnacht. Guilherme foi levado acorrentado de imediato para um barco em Flüelen, onde esperou que Gessler e seus soldados embarcassem. Não muito distante do porto, deu-se uma tempestade. O Föhn, um vento do Sul, causava ondas tão altas que dificultou a viagem, praticamente arremessando o barco contra as rochas. Os que lá viajavam, assustados, gritaram: "Só Guilherme Tell nos pode salvar!". Gessler libertou Tell, que conduziu barco em segurança ao sopé da Montanha Axenberg, perto de uma rocha chamada Tellsplatte.
Quando amarrou, Tell tirou uma lança a um soldado, saltou do barco e, empurrando-o com os pés, fugiu pelo cantão de Schwyz. Gessler conseguiu sobreviver à tempestade e chegou ao castelo de Küsnacht nessa mesma noite. Tell ter-se-ia escondido nuns arbustos num beco que levaria à residência do governador. Assim que Gessler e os seus apareceram, Tell matou-o com uma seta da sua besta, libertando o país da tirania do governador. Segundo a lenda, este evento marcou o início a revolta que ocorreu a 1 de Janeiro de 1308.

 História sobre a lenda

A lenda de Guilherme Tell aparece inicialmente no século XV, em duas versões diferentes. A primeira, encontrada, por exemplo, numa balada popular da década de 1470 e mais tarde nas crónicas de Melchior Russ de Lucerna (1482-1488), retrata Tell como o actor principal das lutas independentistas dos cantões da fundação da Antiga Confederação Suíça; a segunda, encontrada em Weisse Buch von Sarnen de 1470, retrata Tell como uma personagem menor num complô contra a casa dos Habsburgos dirigido por outros. Aegidius Tschudi, um historiador católico conservador, fundiu estas duas perspectivas no mito sumarizado acima, em 1570.
A história de um herói bem sucedido no tiro contra um pequeno objecto na cabeça de uma criança e posterior assassinato do tirano que o obrigou a fazê-lo, contudo, é um arquétipo presente em vários mitos germânicos. O tema aparece também em outras histórias da mitologia nórdica, em particular na história de Egil, na saga de Thidreks (de Dietrich von Bern, possivelmente com inspirações realistas em Teodorico o Grande), bem como na de Inglaterra e Holstein.
Na cultura popular, Guilherme Tell subsiste como um verdadeiro herói. Permanece uma importante figura com quem os suíços se identificam e, de acordo com uma pesquisa recente, 60% da população acredita mesmo que ele tenha existido.
Um possível núcleo histórico da lenda foi sugerido em 1986 por Arnold Claudio Schärer, (Und es gab Tell doch, publicado em Lucerna, ISBN 3-85725-106-2): identificava-se um Guilherme Gorkeit de Tellikon (moderna Dällikon no cantão de Zurique). Gorkeit aparece explicado como uma versão do apelido Armbruster (fabricante de bestas). Apesar dos historiadores não ficarem convencidos, Schärer ainda é por vezes referido pelo direito nacionalístico como para denunciar a rejeição académica da hipótese de uma "conspiração internacionalista"

Um comentário:

Anônimo disse...

ESSE JOSIEL FREIRE É AGENTE DUPLO.
ESSE CARA DEVE TER SE VENDIDO PELO UM CET(CONDIÇÃO ESPECIAL DE TRABALHO, VANTAGEM QUE O GESTOR MEDÍOCRE DO MUNICÍPIO USA COMO BARGANHA AOS SERVIDORES MUNICIPAIS PARA COMPRA-LOS .