domingo, 5 de fevereiro de 2012

LAURO ADOLFO SILVA DOURADO, é um personagem INSIGNIFICANTE E DESCONHECIDO da maioria do Povo Morrense, mas, no entanto; é bastante conhecido de todos nós que combatemos OS RESÍDUOS DO FASCISMO NO BRASIL, E, DA DITADURA CARLISTA aquí na Bahia e, que tem no atual Gestor, juntamente com o seu AMO político (o Deputado Medíocre patrão de estelionatários Zé Caramujo): O SEU REPRESENTANTE MÁXIMO. Ademais de funcionar como uma espécie de TONTON MACOUTE da atual gestão (digo isso pq lí várias vêzes nos blogs e sites MIGALHEIROS, as ameaças que o mesmo (LAURO ADOLFO) fazia à quem se aventurasse criticar o seu ex-desafeto que é AGORA SEU AMADO PATRÃO), o canalha se VANGLORIA, de na juventude ter sido parte dos subalternos do TORTURADOR Capitão MINORU MASSUDA...naquele INFERNO chamado CARANDIRÚ.

CARANDIRU...O INFERNO NA TERRA!


UM SER HUMANO QUE SE ORGULHA DE TER "TRABALHADO" NUM  INFERNO DESSES: É NO MÍNIMO UM MONSTRO.

"OVER THERE'', é uma música triste; MAS MUITO BONITA...que denuncia a IRRACIONALIDADE E A BRUTALIDADE DO FASCISMO.
The day is coming,
The drums are drumming
If you know one, say a prayer

There's mothers crying,
Fathers sighin, uh hum
War is in the air

The trains are filling up with boys
Who left behind their favorite toys

They´re going over there, over there
Where someone has to die

Over there, over there
I's not our job to reason why
Over there, over there
Where someone has to die


Herzog e a ditabranda da Folha

Por Altamiro Borges

Numa impactante reportagem na Folha deste domingo, o repórter Lucas Ferraz entrevista o fotógrafo Silvaldo Leung Vieira, autor da famosa foto do “suicídio” do jornalista Vladimir Herzog nas dependências do DOI-Codi, em outubro de 1975. Ele hoje mora em Los Angeles (EUA) e confessou que a foto foi mais uma das farsas da cruel ditadura militar que vitimou o Brasil de 1964 a 1985.

Pela primeira vez, o fotógrafo deu detalhes desta ação criminosa. Vale conferir alguns trechos da longa reportagem de capa:



*****

Aluno do curso de fotografia da Polícia Civil de São Paulo, Silvaldo fez em 25 de outubro de 1975, aos 22 anos, a mais importante imagem da história do Brasil naquela década: a foto do corpo do jornalista Vladimir Herzog, pendurado por uma corda no pescoço, numa cela de um dos principais órgãos da repressão, o DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna).

Publicada na imprensa, a imagem corroborou a tese de que o "suicídio" de Herzog era uma farsa. No mesmo local, três meses depois, o mesmo fotógrafo testemunharia a morte do metalúrgico Manoel Fiel Filho. Assassinado sob tortura, ele também foi apresentado pelo regime como "suicida"...

A Folha localizou Silvaldo em Los Angeles, onde vive desde agosto de 1979, quando saiu de férias do cargo de fotógrafo do Instituto de Criminalística para nunca mais voltar. Pela primeira vez, ele contou detalhes sobre sua atuação na polícia técnica de São Paulo. "Ainda carrego um triste sentimento de ter sido usado para montar essas mentiras", afirmou, por telefone.

(...)

Dezessete dias depois de iniciar o curso [na Academia de Polícia], Silvaldo foi convocado para a sua primeira "aula prática" no último fim de semana do mês. "Disseram apenas que era um trabalho sigiloso e que eu não deveria contar para ninguém. A requisição veio do Dops", afirma.

O Departamento de Ordem Política e Social, o principal centro de repressão da Polícia Civil, estava sob a influência do delegado Sérgio Paranhos Fleury, que tinha livre trânsito na linha dura das Forças Armadas. Um motorista levou Silvaldo até um complexo na rua Tutoia, em São Paulo, cidade que até hoje ele diz não conhecer bem.

No Brasil de 1975, os "suicídios" nos porões da repressão eram quase uma rotina. Um deles foi o do tenente reformado da PM paulista e militante do PCB José Ferreira de Almeida, o Piracaia, que morreu após ser detido no DOI-Codi, em agosto. Segundo o relato oficial, Piracaia se enforcou amarrando o cinto do macacão à grade da cela.

Os "suicídios" eram fonte de discussão no governo Geisel (1974-79) e de atritos entre militares e o governador de São Paulo, Paulo Egydio Martins. Em 1975, segundo "Direito à Memória e à Verdade" (2007), livro editado pela Presidência da República, 14 militantes foram mortos por agentes do Estado.

A ditadura completava mais de uma década tendo aniquilado quase a totalidade da esquerda armada nas grandes cidades e engrossava a caçada aos militantes do Partido Comunista Brasileiro. Mais de 200 pessoas foram presas.

Entre os detidos na ofensiva contra o PCB estava Vladimir Herzog. Aos 38 anos, casado e pai de dois filhos, Vlado, como era conhecido, era diretor de jornalismo da TV Cultura. Profissional com experiência internacional e apaixonado por teatro, ele militava no partido, mas, segundo amigos, não exercia atividades clandestinas, nem poderia ser apontado como um quadro fixo do partido, que àquela altura já considerava a luta armada um grande erro.

Na sexta, 24 de outubro, Vlado foi procurado por agentes da repressão em casa e no trabalho. Decidiu se apresentar espontaneamente no DOI-Codi na manhã seguinte. Nas sete horas em que esteve detido na rua Tutoia, no Paraíso, onde ficava o centro do Exército, o jornalista prestou depoimento e passou por acareações. Segundo testemunhas, morreu após ser barbaramente torturado.

Quando Silvaldo chegou ao DOI-Codi para fotografar o cadáver de Herzog, a cena do "suicídio" estava montada. Numa cela, o corpo pendia de uma tira de pano atada a uma grade da janela. As pernas estavam arqueadas e os pés, no chão. Completavam o cenário papel picado (um depoimento que fora forçado a assinar) e uma carteira escolar.

Silvaldo chegou ali com uma Yashica 6x6 TLR, câmera tipo caixão, biobjetiva, com visor na parte de cima, semelhante a uma Rolleiflex. "Eu estava muito nervoso, toda a situação foi tensa. Antes de chegar na sala onde estava o corpo, passei por vários corredores", conta ele.

"Havia uma vibração muito forte, nunca senti nada igual. Mas não me deixaram circular livremente pela sala, como todo fotógrafo faz quando vai documentar uma morte. Não tive liberdade. Fiz aquela foto praticamente da porta. Não fiquei com nada, câmera, negativo ou qualquer registro. Só dias depois fui entender o que tinha acontecido."

Ele diz ter começado a montar o quebra-cabeça no domingo, quando o jornalista foi velado, ao descobrir que tinha fotografado o corpo de Vladimir Herzog. Depois, viu a foto no "Jornal do Brasil", o primeiro veículo da imprensa a publicar a imagem, ainda em 1975. No início dos anos 80, a revista "Veja" a publicaria creditando o autor: "Silvaldo Leung Vieira, Depto. de Polícia Técnica, Secretaria de Segurança Pública, São Paulo, 1975".

"Tudo foi manipulado, e infelizmente eu acabei fazendo parte dessa manipulação", lamenta-se. "Depois me dei conta que havia me metido em uma roubada. Isso aconteceu, acho, porque eles precisavam simular transparência."

(...)

Oitenta e quatro dias depois de fotografar o cadáver de Herzog, Silvaldo foi convocado para outra "aula prática" no DOI-Codi. Era janeiro de 1976, e ele ouviu as mesmas recomendações de que não falasse nada sobre o trabalho. Novamente, a ordem partira do Dops. O objetivo era forjar outra farsa: a morte do metalúrgico Manoel Fiel Filho, também "enforcado" nas dependências do Exército...

Segundo testemunhas Fiel Filho fora detido pelos agentes do DOI-Codi de sandálias e sem meias. "Fiz fotos do local onde o corpo foi encontrado, mas não me deixaram ver o cadáver. Antes de fotografá-lo, recebi uma ordem de que deveria deixar o local", afirma Silvaldo. Assim como ocorreu na morte de Vlado, o 2º Exército, responsável pelo Estado de São Paulo, divulgou nota atestando o "suicídio". Mas não houve publicidade da imagem do morto no DOI-Codi.

"Eu sabia que eles tinham feito merda, mas nessa segunda vez eu estava mais relaxado, fiz até um comentário: 'Aqui acontecem coisas estranhas'", lembra Silvaldo. "Um oficial do Exército que me acompanhava, que parecia ser muito jovem, me ameaçou: 'É melhor ficar calado e não comentar nada. Se você não calar, a gente te cala'."

(...)

Em abril de 1979, quando o país discutia a Lei da Anistia, Silvaldo recusou-se a participar de uma tarefa – da qual ele diz não se lembrar. Desde julho de 1976, já estava efetivado como fotógrafo da Polícia Civil de São Paulo, segundo seu registro funcional da Secretaria de Segurança Pública.

No documento, vê-se que passou pela delegacia de Santos, a de acidentes de trânsito e, por fim, a Darc, Delegacia de Arquivos e Registros Criminais, onde era responsável por registrar os presos condenados antes que fossem transferidos para os presídios.

"Mas o trabalho ia sempre além", conta, "e muitas vezes tinha que fotografar também presos políticos, alguns que acabavam de sair das sessões de tortura. Eu não agüentava aquilo, reclamava que minha atribuição não me permitia fazer esse serviço. E quanto mais eu questionava, mais a situação ficava delicada."

Silvaldo diz que os superiores passaram a fritá-lo por sua atitude questionadora: não podia tirar férias e chegou a ser suspenso. Segundo registro da Polícia Civil ao qual a Folha teve acesso, Silvaldo foi afastado por três dias, nos termos da lei estadual no 207, de 1979, por "descumprimento dos deveres e transgressão disciplinar". Em agosto, finalmente tirou férias e deixou o Brasil.


*****

A reportagem confirma a barbárie da ditadura militar. Contraditoriamente, ela é publicada pela Folha de S.Paulo, o jornal da famiglia Frias que apoiou entusiasticamente o golpe de 1964, aliou-se ao setor linha dura dos generais, difundiu todas as mentiras dos carrascos e ainda teve a caradura de cunhar a expressão “ditabranda”, em editorial, para se referir a este sombrio período da nossa história.
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 LEAM ABAIXO A APOLOGIA À DITADURA E À TORTURA...que faz o BRAÇO DIREITO do prefeito CLEOVÁ BARRETO...o Sr. LSD.  Já avisamos várias vêzes, que quem CONTRATA PESSOAS SUSPEITAS DE SEREM ESTELIONATÁRIOS E\OU TORTURADORES  EX-MEMBROS DO ESQUADRÃO-DA-MORTE: tem a obrigação de investigá-las...do contrário: ESTÃO DEMONSTRANDO CONIVÊNCIA COM O CRIME. O prefeito de Morro do Chapéu está correndo o risco de um dia ter que responder JUDICIALMENTE  porisso.
20
Joás Gonçalves de Souza Comentou:
Sr. Pedro Honorato, concordo com você em GRAU, GENERO E NUMERO!
O QUE VEMOS ABAIXO É UM CRIME CONTRA A DEMOCRACIA BRASILEIRA, GLORIFICAÇÃO A DITADURA MILITAR, O SENHOR LAURO ADOLFO deveria, na qualidade de DEFENSOR DA ATUAL GESTÃO (PERTENCENTE), APONTAR OS BENEFICIOS QUE A MESMA OBTEVE OU OBTERÁ EM PROL DA JUVENTUDE MORRENSE, ALEM DE TODAS OBRAS REALIZADAS PELOS GOVERNOS ESTADUAIS E FEDERAIS que a ATUAL ADMINISTRAÇÃO ENCHE O PEITO PARA ASSUMIR A PATERNIDADE!!!
DEIXO O QUESTINAMENTO NO AR, ESPERO QUE O MESMO RESPONDA DE UMA FORMA COMPREENCIVA E DEMOCRATICA, AO CONTRARIO DO QUE O MESMO DEMOSTRA EM SEUS SAUDOSOS CONTOS A DITADURA MILITAR!


  • 19
    Pedro Honorato Comentou:
    ao Sr. Lauro Adolfo
    Trabalho, educação e dignidade é que os cidadão morrense estão precisando muito, quais são os projetos que o senhor Lauro Adolfo tem a anunciar do governo da confiança? Estamos esperando que o senhor se ocupe com trabalho para a sociedade de Morro do chapeu, já que sua ocupação é anunciar, esperamos que anuncie coisas boas que o governo municipal possa fazer ou não tem ações de governo pra anunciar?
    outra coisa o senhor sabia que glorificar a ditadura militar no brasil é crime contra a democracia? OBS…reflita amigos posso até não ter entendido o teor de seus comentarios.
  • 18
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    Não é que o Minoru Massuda foi eleito deputado federal?
    ‘TRANSIÇÃO FILOSÓFICA’ – Os líderes e vice-líderes do MDB presentes nas duas casas do Congresso votaram a favor da emenda – mas o líder da oposição no Senado, Franco Montoro, antidivorcista em 1975, dessa vez sequer compareceu. Entre os arenistas, o senador Eurico Rezende e o deputado José Bonifácio Lafayette de Andrada votaram contra. Houve ainda uma pitoresca tentativa, regimentalmente impossível, de abstenção. O deputado paulista Minoru Massuda, do MDB, não queria dizer nem “sim” nem “não”, porque, alegou, “encontro­me em fase de transição filosófica”. Devidamente vaiado, o abstinente Massuda dirigiu-se então ao microfone de apartes e’ decidiu: “Sem nenhuma coação, voto ‘sim’, mas depois farei um requerimento à mesa explicando minha abstenção”.
  • 17
    André Cunha Menezes Comentou:
    André, o meu informante acaba de enviar-me mais um trecho das MEMÓRIAS DO GENERAL que, diretamente, faz alusão ao famigerado MAJOR MINORU MASSUDA e, indiretamente, ao seu subalterno LSD=LAURO SILVA DOURADO.
    ————————————————————————————
    O colega Adriano me enviou o depoimento abaixo, e, porisso, acho que o Matheus tem razão em especular sobre as FORTES SUSPEITAS (eu disse FORTES SUSPEITAS) de que o SR LSD/LAURO ADOLFO SILVA DOURADO tenha tido um PASSADO BASTANTE TURVO e, que , precisa ser apurado…pois se trata duma PERSONALIDADE PÚBLICA ou melhor, dum funcionário municipal…a obrigação tem o atual gestor seu patrão de fazê-lo. Se ele preferir não fazê-lo, qualquer informação adicional que venha transparecer no futuro e, se confirmar as previsões do colega Adriano Coelho Marinho: quem vai pagar o pato é quem lhe deu cobertura.
    LEAM:
    “O MENDES e eu vamos para a CAPELANIA SANTO EXPEDITO, a fim de assistir a missa de sétimo dia pela alma do finado CORONEL PM Ref DELFIM CERQUEIRA NEVES. Ali, cruzamos com vários coronéis conhecidos, a começar do THESEO DARCY BUENO DE TOLEDO, que chega ao mesmo tempo de nós. Depois cumprimentamos: ADEMIR BENTO, GOMINHO, EURICO JOSÉ COLA (em situação de saúde deprimente), SCHIAVETTI, PAULO RÉGIS SALGADO, MIGUEL SÉTTIMO GIANONNI, LUIZ GONZAGA DE OLIVEIRA, ALAOR DA SILVA BRANDÃO, CARLOS FUGA, PELEGRINA, JOÃO ÁUREO CAMPANHÃ, EDILBERTO DE OLIVEIRA MELO, HERMES CRUZ, CAMILO CRISTÓFARO MARTINS, JAIR BENEDITO CONTE, MAJOR PICOLI (que foi o braço direito do Cel DELFIM CERQUEIRA NEVES),***** MAJOR MINORU MASSUDA (que nos mostra um termo de declarações prestado no 11º Distrito Policial – SANTO AMARO – onde faz sérias acusações contra vigilantes de motocicleta, dizendo ser coniventes com quadrilheiros;” *****O MINORU continua sendo um oficial esquisito, alguns de seus oficiais subalternos estão sendo investigados por suspeita de comportamento compatível com o dos hóspedes do presídio sob sua jurisdição. Eu nunca ví um ser humano com idéias tão mirabolantes, fantásticas e quer influenciar os companheiros para acompanhá-los na loucura) e outros, como também praças da velha guarda que trabalharam com o Cel DELFIM”. Também ali se encontra o professor EGBERTO MAIA LUZ. O CAPITÃO CAPELÃO OSVALDO PALÓPITO reza a missa. Um breve curriculo do falecido é lido pelo CORONEL EDILBERTO, historiador da nossa PM, que conheceu DELFIM desde os bancos escolares do BARRO BRANCO”.
    BOM,COMO VCS ACABAM DE VER, se houver alguma veracidade no que diz o SECRETÁRIO DE COMUNICAÇÕES DE MORRO DO CHAPÉU, a maioria dêsses milicos é de alguma forma familiar à sua pessoa…mesmo que sejam os nomes. Eu imagino as LEMBRANÇAS de coisas boas e HORRÍVEIS que êle deve sentir revendo/relendo os nomes de seus patrões de outrora.
  • 16
    Matheus Siletes Comentou:
    Acho que o senhor Lauro, direcionou seu comentário a pessoa errada.
    Pelo que vejo aqui, quem deveria ser acionado judicialmente por calúnias seria o André Coelho que a todo momento põe em cheque a sua integridade moral.
  • 15
    OGOliveira Comentou:
    Concordo com Matheus. De bom alvitre seria que os dois debatedores mais presentes a essa página ocupassem em trazer boas ideias, ou seja, críticas sérias e construtivas, bem como, defesas e respostas sem paixão e sem ideologismo ultrapassado, pois, conhecimento e capacidade para tal ambos têm, muito embora, um deles pareça ser um fantasma. De um lado, um que somente ver erros, do outro, um que só enxerga acertos.
  • 14
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    Atenção sr.Matheus Siletes, é assim que começa a esculhambação: passado negro? Quem é o senhor para dizer tal coisa de minha pessoa? Eu podia acioná-lo judicialmente com pedido de perdas e danos por essa calúnia. Ou então descer-lhe a ripa no lombo. O que vc escolhe? Venha até a Secretaria de Comunicação falar comigo se vc for homem e te darei todos os esclarecimentos sobre o meu passado. TEnho comigo minha carteira profissional e o certificado de reservista onde consta o registro como Policial Militar. Não adianta querer me desqualificar, sou muito maior do que vc pensa. Infelizmente esse site não tem mediação. Aqui qualquer um pode esculhambar a honra alheia com difamações e ofensas. E voces esquerdistas são especialistas nisto.
  • 13
    Luiz Reis Comentou:
    Se bem entendi, comemora-se a morte do Capitão Carlos Lamarca e lamenta-se pelo assassinato de militares. Apesar de naquela época contar com pouco mais de 11 anos de idade, seria óbvio e natural que as “preocupações” de um garoto daquela idade seriam outras. No entanto, sempre ouvia atentamente os “mais velhos” comentarem sobre os horrores que eram cometidos.
    Embora não me dedique a estudar aquela fase negra da nossa história, decerto aqueles e também aquelas que lutaram, colocando as suas vidas em jogo teriam motivos o bastante para justificar tal atituide – e assim protestar por não concordarem com a usurpação dos direitos e das garantias individuais.
    Milhões de brasileiros(as) defendem que aquela deva ser uma “página virada” na história, porque relembrá-la, possivelmente, além de rancor e ódio, nada nos acrescentará. Concordo, mas não é o caso de negar e esconder os fatos. A história deve sim ser conhecida, porém sem revanchismo.
    Será que se ainda vivessemos sob aquele mesmo regime, teríamos a liberdade para utilizar deste meio de comunicação para expressarmos tão democraticamente as nossas opiniões? Inclusive as de ser a favor ou contrário ao regime militar autoritário?
    Com este breve comentário não tenho o propósito de criticar a quem defenda um determinado ponto de vista, mesmo que adverso, pois compartilho do princípio da liberdade de opinão, mas apenas o de levar a uma melhor reflexão do que é o autoritarismo.
    Talvez os jovens de hoje “não se liguem” no gênero, mas se quiserem podem livremente ouvir e cantar a música “prá não dizer que não falei de flores” do Geraldo Vandré.
  • 12
    Matheus Siletes Comentou:
    Também acho Hércules, já cansei de chegar aqui e ver essas trocas de elogios e considerações entre André e Lauro!
    Essa idiotice já foi longe demais.
    De um lado senhor Lauro Adolfo, ‘tucanozim’ sem sorte, com dor de cotovelo, e sem medir as consequências de suas palavras ao falar do PT e do tão amado ex-presidente Lula, cuja popularidade é tão grande, que poucos se arriscam falar mal dele.
    Do outro lado, André querendo de qualquer forma derrubar Lauro em seus argumentos, e com a descoberta do passado negro do mesmo!
    Está na hora de dar um basta nisso. Respeitem o espaço, usem-o para discutir coisas que venham promover o bem comum, o progresso, e a democracia!
  • 11
    HÉRCULES Comentou:
    Será este mesmo o local adquado pra os senhores Lauro Adolfo e André Cunha Menezes travarem suas disputas? Quem tem culpa no cartório vai acabar se dando mal vocês não acham? NÃo seria melhor que se discutisse o futuro do Morro? reflitam senhores será que vocês são capazes de travar a mesma conversa na mesa do bar sem que ninguem saia ferido!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
  • 10
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    Amanhã tem mais, muito mais. A cada expelida de veneno do ACM vou postar o assassinato de mais um inocente pelos terroristas. Tenho a lista completa. O diabo é sujo.
  • 9
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    Enquete
    Se alguém gritasse “Olha o rapa!” na reunião festiva de Dilma Rousseff com o PMDB, qual seria a reação da turma?
    Levantar os braços para o alto
    Sair em desabalada carreira
    Pedir socorro a Lula
    Asilar-se na embaixada da Venezuela
    Telefonar para Márcio Thomaz Bastos
    Trocar a cadeia pela delação premiada
    Perguntar quanto custa
  • 8
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    Com infiltração, obras inacabadas e greve de funcionários há quase quatro meses, Universidade Federal da Bahia concede a Lula o título de doutor Honoris Apaídeutos Causa
    Luiz Inácio Lula da Silva recebe amanhã o título de doutor Honoris Apaídeutos Causa da Universidade Federal da Bahia. É um título concedido a todo aquele que colabora de modo definitivo para que o mundo tenha uma visão mais bronca da ciência, das artes, da educação, da cultura e do humanismo…
    É o 6º na carreira de Lula. Vêm mais uns 300 por aí. Quando ele superar FHC, então chegará em sua casa e, em vez de ficar feliz da vida, vai se olhar no espelho e pensar: “Mas ele disputou duas eleições comigo e ganhou no primeiro turno”. E cairá em depressão… Parafraseando Camões, não há títulos Doutor Honoris Apaídeutos Causa o bastante que contentem o ego do gigante…
    Aí o petralha que vive hoje em clima de “Deu na Newsweek” berra: “A universidade francesa Sciences Po também vai conceder o mesmo título a Lula, seu invejoso”. É verdade! Será no dia 27, um dia depois do possível encerramento da greve de funcionários — em muitos caos, de professores também — de mais da metade de institutos federais de educação (universidades e ensino técnico). A paralisação terá durado quatro meses.
    O bom da Sciences Po é que está livre da ação iluminista de Lula. Pelo menos não enfrenta as dificuldades que também atingem a Universidade Federal da Bahia, como se vê em foto abaixo, com seus prédios corroídos por infiltração e suas obras inacabadas.
    O Doutor Honoris Apaídeutos Causa é o maior criador de universidades de papel e saliva do mundo. Deveria ganhar títulos honoríficos de cursos superiores de propaganda e maketing do mundo inteiro — dos maus cursos, claro! Que o bom marketing e a boa propaganda não enganam ninguém; dão é um jeito de fazer com que as reais qualidades de um produto ou de uma personalidade sejam conhecidos pela maioria.
    Por Reinaldo Azevedo
  • 7
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    O assassinato do tenente Mendes pelos terroristas.
    10/05/70 – Alberto Mendes Junior- 1º Tenente PM – SP
    Esta é uma das maiores expressões da covardia e da violência de que era capaz o terrorista Carlos Lamarca. No dia 08/05/70, 7 terroristas, chefiados por ele, estavam numa pick-up e pararam num posto de gasolina em Eldorado Paulista. Foram abordados por policiais e reagiram a bala, conseguindo fugir. Ciente do ocorrido, o Tenente Mendes organizou uma patrulha. Em duas viaturas, dirigiu-se de Sete Barras para Eldorado Paulista. Por volta das 21h, houve o encontro com os terroristas, que estavam armados com fuzis FAL, enquanto os PMs portavam o velho fuzil Mauser modelo 1908. Em nítida desvantagem bélica, vários PMs foram feridos, e o Tenente Mendes verificou que diversos de seus comandados estavam necessitando de urgentes socorros médicos. Julgando-se cercado, Mendes aceitou render-se desde que seus homens pudessem receber o socorro necessário. Tendo os demais componentes da patrulha permaneciam como reféns, o Tenente levou os feridos para Sete Barras.
    De madrugada, a pé e sozinho, Mendes buscou contato com os terroristas, preocupado que estava com o restante de seus homens. Encontrou Lamarca, que decidiu seguir com seus companheiros e com os prisioneiros para Sete Barras. Ao se aproximarem dessa localidade, foram surpreendidos por um tiroteio, ocasião em que dois terroristas – Edmauro Gopfert e José Araújo Nóbrega – desgarraram-se do grupo, e os cinco terroristas restantes embrenharam-se no mato, levando junto o Tenente Mendes. Depois de caminharem um dia e meio na mata, os terroristas e o tenente pararam para descansar. Carlos Lamarca, Yoshitame Fujimore e Diógenes Sobrosa de Souza afastaram-se e formaram um “tribunal revolucionário”, que resolveu assassinar o Tenente Mendes. Os outros dois, Ariston Oliveira Lucena e Gilberto Faria Lima, ficaram vigiando o prisioneiro.
    Poucos minutos depois, os três terroristas retornaram. Yoshitame Fujimore desfechou-lhe violentos golpes na cabeça, com a coronha de um fuzil. Caído e com a base do crânio partida, o Tenente Mendes gemia e se contorcia em dores. Diógenes Sobrosa de Souza desferiu-lhe outros golpes na cabeça, esfacelando-a. Ali mesmo, numa pequena vala e com seus coturnos ao lado da cabeça ensangüentada, o Tenente Mendes foi enterrado. Em 08/09/70, Ariston Lucena foi preso pelo DOI-CODI e apontou o local onde o tenente estava enterrado.
  • 6
    PEDRO HONORATO Comentou:
    PARABENS a juventude petista embora a presença foi pouca dos jovens que compoem o quadro de filiados mas esta cupriu seu objetivo. valeu PTPTPTPTPTPTPTPTPTPTP.
  • 5
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    Desculpe. Foi 40 anos, já que Lamarca foi morto no dia 17 de setembro de 1971.
  • 4
    Lauro Adolfo da Silva Dourado Comentou:
    Atenção petistas: sábado dia 17 fez 30 anos que Lamarca foi morto em Pintadas, municípío de Brotas de Macaubas, junto com Zequinha. Eu já estive lá.
  • 3
    HÉRCULES Comentou:
    Legal valeu PT a juventude está em foco vamos fazer valer a nossa luta!
  • 2
    Murillo Maia Comentou:
    Mias uma vez o Partido dos Trabahadores, sai na frente, conclamando a juventude morrense à participar ativamente do processo político do nosso município. Nós jovens, devemos atender a esse convite.
  • 1
    Mauricio Rocha Comentou:
  • A PRIMEIRA FOTO ABAIXO É DE LAURO ADOLFO DA SILVA DOURADO: BRAÇO DIREITO DO PREFEITO DE MORRO DO CHAPÉU, DISSEMINADOR DA IDEOLOGIA FASCISTA....E SUSPEITO DE TER PERTENCIDO AO  ESQUADRÃO-DA-MORTE DA POLÍCIA  MILITAR DE SP.
  • CAPITÃO MINORU MASSUDA; SEU EX-PATRÃO.
  • MOVIMENTO PELO FIM DA IMPUNIDADE AOS TORTURADORES
  • O TEMIDO CORONEL ULSTRA...TORTURADOR NOTÓRIO
  • CASA DE DETENÇÃO DO CARANDIRÚ...QUE FOI CONSIDERADA COMO "UM INFERNO NA TERRA"....E, NA QUAL, O BRAÇO DIREITO DO PREFEITO DE MORRO DO CHAPÉU DIZ ORGULHOSAMENTE TER "TRABALHADO".
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