segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

POR OCASIÃO DA MAIOR FESTA DA DIVERSIDADE RACIAL BRASILEIRA, O BLOG MAIS UMA VEZ DENUNCIA O DEPUTADO FISIOLÓGICO JOSÉ CARLOS ARAUJO - que é também conhecido como ZÉ CARAMUJO - POR SER SUSPEITO DE PRÁTICAS RACISTAS CONTRA O SEU PRÓPRIO FILHO.

NA ESQUERDA DA FOTO AO LADO, VEMOS O CURADOR DA EXPOSIÇÃO ANTIRACISTA LILIAN THURAM, EX-FUTEBOLISTA CAMPEÃO DA COPA DO MUNDO DE 1998 E ATIVISTA DOS DIREITOS HUMANOS.

INDIOS BRASILEIROS DA TRIBO GALIBI DA REGIÃO DO OIAPOQUE QUE ERAM EXIBIDOS COMO ANIMAIS EXÓTICOS.

O BUMBUM QUE VEMOS AO LADO, É DE UMA MULHER DA TRIBO HOTENTOTE. APARENTEMENTE, A "MELANCIA" ERA DESCOMUNAL E NATURAL  - contrário da subcelebridade mulher MELANCIA Tupiniquim. Os sexualmente reprimidos Sodomitas Vitorianos: se deliciavam com a visão Divina da Bunda desta senhora.  

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Uma exposição no museu do Quai Branly, em Paris, mostra como seres humanos considerados "exóticos, selvagens ou monstros" foram exibidos durante séculos em feiras, circos e zoológicos no Ocidente.
A exposição Exibições – A Invenção do Selvagem indica, segundo os organizadores, que esses "espetáculos" com índios, africanos e asiáticos, além de pessoas portadoras de deficiência, que tinham o objetivo de entreter os espectadores, influenciaram o desenvolvimento de ideias racistas que perduram até hoje.
"A descoberta dos zoológicos humanos me permitiu entender melhor por que certos pensamentos racistas ainda existem na nossa sociedade", diz o ex-jogador da seleção francesa de futebol Lilian Thuram, um dos curadores da mostra.
Thuram, campeão da Copa do Mundo de 1998 pela França, criou uma fundação que luta contra o racismo. Ele narra os textos ouvidos no guia de áudio da exposição.
"É difícil acreditar, mas o bisavô de Christian Karembeu (também ex-jogador da seleção francesa) foi exibido em uma jaula como canibal em 1931, em Paris", diz Thuram.
A exposição é fruto das pesquisas realizadas para o livro Zoológicos Humanos, do historiador francês Pascal Blanchard e também curador da mostra.

Medição de crânios

A exposição reúne cerca de 600 obras, entre fotos e filmes de arquivo, além de pôsteres de "espetáculos" e objetos usados por cientistas no século 19, como instrumentos para medir os crânios.
Nesse período, se desenvolveram noções sobre a raça e o conceito de hierarquia racial, com teses de que os africanos seriam o elo que faltava entre o macaco e os homens brancos ocidentais, ou o "homem normal", como consideravam os cientistas.
A exposição começa com as primeiras chegadas de povos "exóticos" à Europa, trazidos pelos exploradores, como os índios tupinambá, do Brasil, que desfilaram, em 1550, para o rei Henrique 2º em Rouen, na França.
Pessoas com deformações físicas e mentais também serviam de atração para as cortes europeias na época.
No início do século 19, a exibição de "selvagens" deixou de ser reservada às elites, com o surgimento de "shows étnicos", que ganharam força com o desenvolvimento da antropologia e a conquista colonial.
Londres, que apresentou uma exposição de índios brasileiros Botocudos em 1817, tornou-se a "capital dos espetáculos étnicos", seguida pela França, Alemanha e Estados Unidos.
A exibição em Londres, em 1810, e em Paris, em 1815, da sul-africana Saartje Baartman, conhecida como "Vênus Hotentote" (nome pelo qual sua tribo era conhecida à época), que tinha nádegas proeminentes, marcou uma reviravolta nesse tipo de apresentação.

Indústria de espetáculos

Esses "shows" se profissionalizaram com interesse cada vez maior do público, tornando-se uma indústria de espetáculos de massa, com turnês internacionais.
Em Paris, um "vilarejo" africano foi montado próximo à Torre Eiffel em 1895, com apresentações sensacionalistas de mulheres quase nuas e homens tidos como canibais.
"É em um contexto expansionista das grandes potências ocidentais e de pesquisa desenfreada dos cientistas que essas exibições vão ganhar legitimidade necessária para existir", afirmam os organizadores da mostra.
Eles dizem que os espetáculos de "diversão" serviam também como instrumento de propaganda para legitimar a colonização.
O apogeu dessas exibições ocorreu entre 1890 e os anos 1930.
Depois disso, os "shows étnicos" deixaram de existir por razões diversas: falta de interesse do público, surgimento do cinema e desejo das potências de excluir o "selvagem" da propaganda de colonização.
A última apresentação desse tipo foi realizada em Bruxelas, em 1958. O "vilarejo congolês" teve de ser fechado devido às críticas na época.
Segundo os organizadores da mostra, mais de 1 bilhão de pessoas assistiram aos espetáculos exóticos realizados entre 1800 e 1958.
A exposição fica em cartaz no museu do Quai Branly até 3 de junho de 2012.


ADRIANA KAREMBEU...cuja presença tem o poder de transformar todos os sêres humanos em canibais rss.
O futebolista CHRISTIAN KAREMBEU (e esposa) cujo bisavô      foi exibido como canibal numa jaula de ferro em Paris.
Acima vemos um dos políticos mais pilantras do Brasil. O mesmo, é dono de rádio LARANJA e suspeito de praticar crimes de discriminação social e racial contra o seu próprio filho da foto abaixo.
Absurdo
Deputado José Carlos Araújo se recusa a reconhecer paternidade
Sexta-feira, 17/02/2012 07:42


Descrição da Foto
O vendedor Cláudio José Costa Fontoura, 44, ingressou na Justiça contra o deputado federal baiano José Carlos Araújo (PDT), presidente do Conselho de Ética da Câmara, a quem processa pedindo reconhecimento de paternidade.
O vendedor Cláudio José Costa Fontoura, 44, passou a adolescência desconfiado de que sua família mantinha bem guardado um segredo sobre ele. Mas, só conseguiu descobrir o mistério em 1988, quando completou 22 anos e ouviu o que garante ser a verdadeira história sobre seu nascimento.

Ao invés do casal Moacir e Perolina Fontoura, como constava no registro civil, seus pais eram outros: uma criada da casa onde morou e o hoje deputado federal baiano José Carlos Araújo (PDT), presidente do Conselho de Ética da Câmara, a quem processa pedindo reconhecimento de paternidade.


Descrição da Foto
Através de sua influência no poder, o deputado Zé Carlos vem conseguindo fazer o processo ficar parado, segundo o filho. Agora, ele diz que aceita fazer o exame de DNA, mas só se for em Brasília. Acho isso estranho”.
A ação corre em segredo de justiça na 5ª Vara de Família, onde se arrasta desde 2004. Além de pedir o reconhecimento de que é filho legítimo do deputado, através de exame de DNA, Cláudio também entrou com pedido de indenização de 2 mil salários mínimos, o que equivale a R$ 1,09 milhão, da qual terminou desistindo posteriormente. Segundo o vendedor, ele só decidiu processar o parlamentar depois de tentar, por 14 anos, uma aproximação com o pai verdadeiro.

História – Foi através de relatos da mãe verdadeira, Uilza, e de amigos e vizinhos, que ele conseguiu montar todo o quebra-cabeça sobre seu nascimento. “Minha mãe era o que se chama de ‘filha de criação’ de Moacir e Perolina. Moacir era contador do Derba, atualmente, Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia, que mantinha casas para funcionários na sede, no lugar que hoje é mais conhecido como Estrada do Derba”, narra.

De acordo com Cláudio, Iza, como chamavam a criada do casal Fontoura, era uma mulata bonita de 18 anos - daquelas que chamavam a atenção dos funcionários do órgão -, quando se apaixonou por um novo integrante da equipe de Moacir. “Isso foi em 1966, quando Zé Carlos (como ele se refere ao deputado) foi trabalhar lá. Ela levava a merenda para o pessoal e ele ficou vidrado nela”, narra.

Durante um tempo, o ainda aspirante a político, começou a paquerá-la. “Ele era jovem, bem de vida, tinha um Simca Chambord (carro de luxo famoso da década de 60). Aí, sabe como é, rolou um caso. Minha mãe pulava o muro para ficar com Zé Carlos”, conta. Pouco tempo depois, veio a gravidez.

Abandono – Cláudio conta que Iza procurou o amante e falou sobre a gravidez, ainda escondida de Moacir e Perolina. “Quando souberam, disseram que era mentira. Achavam que Zé Carlos jamais teria nada com uma mulata, que era criada na casa. Mas, as filhas do casal sabiam do romance. Daí então, ele sumiu. Até dizem que, quando eu nasci, ele quis me levar. Minha mãe me escondia dele, tinha medo”, afirma.
(Bocão News)

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