segunda-feira, 5 de novembro de 2012

MÍDIA BANDIDA ESCONDE MENSALÃO TUCANO. O OBJETIVO DO GOLPE, É DEIXAR CADUCÁ-LO; PARA SALVAR A PELE DE GRAÚDOS....ESPECIALMENTE, A DO CANDIDATO AÉCIO NEVES. Até aqui nesse 'finisterra' chamado Morro do Chapéu, a mídia nanica local se encarrega de DISSEMINAR A INDIGNAÇÃO SELETIVA da mídia bandida do eixo Rio-SP. Tomemos como exemplo, o caso da RÁDIO COMUNITÁRIA DIAMANTINA FM...cujo DONO DE FACTO, é, ninguém menos; que o IRMÃO DO PREFEITO...o bandido que está sendo acusado pelo MPF de ter ROUBADO MAIS DE 2 MILHÕES DE REAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL, entre os inúmeros crimes administrativos que pesam sôbre o seu lombo. TUDO NESSA RÁDIO (a outra, A LARANJA; essa nem vale a pena mencionar...pq UZOMI DA LEI já estão na sua cola) cheira a fraude. A começar pelo ESPERTALHÃO que se apossou da mesma, dos seus empregados REMUNERADOS, e por aí vai. Morro do Chapéu é realmente um lugar SUI GENERIS. Aqui, o CRIME ORGANIZADO É DINÁSTICO E, É QUEM DECIDE... O DESTINO DO POVO; E DAS VERBAS PÚBLICAS. A nossa rádio COMUNITÁRIA; É FONTE DE ENRIQUECIMENTO ILÍCITO...tanto para o seu ''dono'', quanto para alguns empregados\associados. O estatuto que rege esse tipo de concessão pública é explícito: RÁDIO COMUNITÁRIA NÃO PODE TER FAMÍLIA DE POLÍTICOS NOS SEUS QUADROS DIRETIVOS. A SUA DIRETORIA DEVE VIVER NA COMUNIDADE (Toinho, seu ''diretor"\dono de facto vive em Feira de Santana) ONDE A MESMA SE LOCALIZA...E, SÔBRE TUDO: NÃO DEVE TER FINS LUCRATIVOS. Agora vcs vejam a que ponto a CORRUPÇÃO está enraizada nesta sofrida terra. E o que nos deixa ainda mais revoltados, é que essa é a gente que berra DIUTURNAMENTE (em ambas rádios daqui da terrinha); CONTRA OS ''CORRUPTOS'' do tal mensalão do PT. GENTE HIPÓCRITA! GENTE COVARDE!....essses canalhas não dão UM PIO sôbre a QUADRILHA DOS BANDIDOS Alibabaliomar & Cleomau. Até a INÚTIL ONG (ANTICORRUPÇÃO...assim se autodenominam) conhecida pela pomposa sigla ASFAM (associação de filhos e amigos de Morro do Chapéu): TAMBÉM NÃO SE MANIFESTA SÔBRE O ASSUNTO. O cômico, é que essa mesma INUTILIDADE, diz que faz parte da LUTA ANTICORRUPÇÃO no Brasil, e no mundo. Dizem, que até organizaram ''seminários\palestras'' para Bolivianos e Nicaraguenses...obviamente; para ENSINAR-LHES A COMBATER A CORRUPÇÃO, em seus respectivos países. É MOLE!?. Seria INJUSTO dizer que a totalidade dos membros da ASFAM são pessoas ALIENADAS, REACIONÁRIAS E AFETADAS...como o seu bizantino porta-voz\''PUBLIC RELATIONS''...como gosta de ser chamado esse grande amante de COMENDAS E TÍTULOS HONORÍFICOS. Para quem ainda não o conhece, o dito cujo\''porta-voz'' (fugurinha manjadíssima da crônica política local): é um dos mais VIRULENTOS INIMIGOS DO PT E DOS TAIS ''MENSALEIROS'', daqui da cidade...apesar de ter partido (vítima da pobreza e falta de perspectiva que afetou\a milhares de jovens; durante os governos das mesmas oligarquias mafiosas que ainda hoje nos governam...e que o mesmo as defende) há mais de um século; e viver a milhares de quilômetros de distância.

O golpe do vigário é tirar o mensalão tucano da fila, de novo

A bola da vez.
Marco zero pós-eleições contra o golpe paraguaio no tapetão do judiciário é não deixar o mensalão tucano ir para o fim da fila de novo, nem se deixar capturar pela surrada pauta negativa demotucana que estão tentando reciclar para 2014.

Depois de 3 meses ininterruptos de "overdose" de notícias sobre o julgamento do chamado "mensalão", foi só passarem as eleições com derrota da oposição e vitória do PT e PSB, para que o julgamento em si, que ainda não acabou, saísse da pauta principal.

Os jornalistas demotucanos que falavam em novos tempos de fim da impunidade, de passar o Brasil a limpo, deveria estar cobrando o quê? A fila andar. E quem está na fila? O julgamento do mensalão tucano, cujos fatos aconteceram pelo menos 5 anos antes do petista e que prescreverá em 2014.

Mas a imprensa demotucana já aplica o golpe do vigário em seus leitores / telespectadores novamente. Da mesma forma que pressionaram o STF para furar a fila, passando este julgamento de petistas à frente do mensalão tucano (e cronologicamente casado com a campanha eleitoral), já tratam de fazer lobby para furar a fila de novo, jogando o mensalão tucano para o fim da fila, senão a candidatura de Aécio Neves (PSDB) se evapora.

E a estratégia destes barões da mídia é usar o nome do presidente Lula com duplo objetivo: desgastá-lo e desviar as atenções do mensalão tucano, para manter a pauta do noticiário negativo presa aos petistas, e sobretudo ao seu maior líder, o presidente Lula.

É nessa armadilha que os lulistas não podem cair. Todos os líderes políticos aliados a Lula, seja do PT ou aliados, não podem ficar presos à pauta negativa que a oposição quer impor. Toda vez que forem perguntados sobre mensalão, devem falar que a hora é de julgar o mensalão tucano, antes que prescreva. Toda vez que perguntarem sobre delação premiada de Marcos Valério, devem responder acreditar que só atingirá tucanos, pois as investigações ficaram abafadas no período entre 1999 e 2002, entre os dois mensalões, durante o governo FHC.

Inclusive não há o que temer. Se Valério tivesse como envolver Lula, já teria feito antes mesmo das eleições de 2006, dentro da estratégia de "sangramento". Assim os demotucanos nem precisariam ter criado a armadilha dos "aloprados". Com um tucano eleito (talvez o candidato nem tivesse sido Alckmin e sim Serra ou o próprio FHC, caso Valério tivesse munição forte contra Lula), um novo Brindeiro assumiria a Procuradoria Geral e trataria tudo como crimes eleitorais já prescritos, engavetando tudo. Paradoxalmente, se Lula perdesse em 2006, Dirceu, Genuíno e Delúbio também estariam livres de processos junto com Eduardo Azeredo, num grande acordão demotucano com Valério.

Portanto ninguém precisa ter medo da verdade, porque, dentro da verdade, Lula não tem envolvimento nenhum. Resta lutar contra a mentira, inclusive na quimera (como bem definiu o ministro Fux do STF) contida dentro e fora dos autos da Ação Penal 470. Mas sem cair na armadilha de ser capturado pela eterna pauta oposicionista do mensalão de 2005, em vez de cobrar o julgamento do ocorrido em 1998 e do mensalão ainda oculto de 1999 a 2002.

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