quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

DER ZEITGEIST: ATÉ AQUI NO SERTÃO AS COISAS ESTÃO MUDANDO. A PROLIFERAÇÃO DAS ACADEMIAS DE ''FITNESS'' (A ÚLTIMA COQUELUCHE DO HOMEM DO SERTÃO): É A PROVA VIVA DO DECLÍNIO DA SOCIEDADE DE ''CABRAS-MACHOS''. ATÉ OS BRUCUTUS HOMOFÓBICOS (EM FASE DE EXTINÇÃO) ; JÁ COMEÇAM A CUIDAR DA APARÊNCIA...E DO VOCABULÁRIO PRECONCEITUOSO, TAMBÉM.



Vejam acima o divertidíssimo e intelingentíssimo comercial argentino que CONQUISTOU O MUNDO. Definitivamente, um dos maiores sucessos do MARKETING MODERNO.

Acima, foto reveladora do Deputado MACARTISTA (detesta Fidel e Chavez...e, ainda por cima; é PAPA-HÓSTIA declarado...não perde uma missa, assim admitiu em sua rádio LARANJA)  que vivia nos ameaçando ''TIRAR DO ARMÁRIO''...só porque combatemos a CORRUPÇÃO E O ATRASO; que o dito cujo representa aqui na terrinha.

NEY MATOGROSSO: O GUERREIRO QUE ENFRENTOU O FALSO MORALISMO DA DITADURA

Abaixo, ''It's Raining Men''\''Está Chovendo Homens'' segundo o transformista RuPaul...que agradece a Jesus, pela dádiva. 



Da Época
A influência gay modificou a cultura masculina para melhor
IVAN MARTINS
As conversas masculinas raramente são generosas quando se trata dos gays. O comentário mais benigno que eu escuto desde criança é que os gays são legais porque deixam mais mulheres para o resto de nós. Apesar desse clichê, e de tantos outros igualmente bobos, minha impressão é que a influência gay no mundo masculino tem sido enorme nas últimas décadas. Enorme, subestimada e positiva.  
Desde o seu surgimento, nos anos 60, o movimento gay ajudou a redefinir a maneira como os homens agem e pensam a respeito de si mesmos. A existência pública de homens gays ampliou radicalmente o repertório masculino, arejando e diversificando a ideia de masculinidade. Antes da influência gay, o comportamento masculino estava confinado até a página 10 do livro de conduta. Quando os gays emergiram socialmente, eles ampliaram o livro até a página 100. Foi um movimento libertador para todo mundo, que ajudou a melhorar inclusive a vida dos casais, tornando-a menos estereotipada. 
Vamos por partes, para que eu me explique. 
O primeiro impacto óbvio da cultura gay no mundo masculino aconteceu no universo da aparência. Desde os anos 60, os homens se aproximaram dramaticamente das mulheres na maneira de se relacionar com a moda e com o corpo. Dêem uma olhada nas ruas: a garotada está cada vez mais andrógina, confundido os códigos masculinos e femininos. Você olha o garoto, ou a garota, e demora alguns segundos para definir o gênero daquela figura ambígua. E às vezes nem consegue. Essa ambiguidade é um dos resultados radicais da influência gay na aparência masculina. Mas não é o único. Perdeu-se no tempo a reação aos primeiros modismos trazidos pelos anos 60. Aqui no Brasil eram considerados “coisa de viado”. A marchinha de carnaval “Cabeleira do Zezé”, composta em 1963, ilustra bem a reação aos cabelos compridos, que voltavam a ser usados pelos homens desde o século XIX. “Será que ele é?”, perguntava a letra da marchinha.
Pouco depois, nos anos 70, surgiram as bolsas a tiracolo, os sapatos de plataforma, as calças e camisas coloridas, os colares e pulseiras. Tudo isso pertencia, originalmente, ao universo feminino. Seu uso rotineiro pelos homens foi o equivalente cultural de um grande movimento transformista. Quarenta anos depois, homens e mulheres usam brincos, piercings, tatuagens de cores berrantes, sapatos vermelhos, calças cada vez mais justas e camisetas cada vez menores e mais decotadas. Há uma enorme convergência para o que eu chamaria de “campo gay” da moda. Mesmo os machos acima de qualquer suspeita vestem camisas agarradinhas que mulheres compram para eles nas melhores lojas da cidade. 
O resultado disso tudo é que você olha na rua e não distingue mais o gay do não gay. Além de se vestir de forma parecida, homens gays e heteros estão igualmente malhados, bem definidos, de corpo cuidado. A vaidade que antes era feminina e depois virou gay agora é descaradamente masculina. Há caras perfeitamente macho que depilam o peito, tiram a sobrancelha, cuidam das unhas, fazem mecha nos cabelos. São os metrosexuais, que viraram referência para homens de todas as idades. Um cidadão dos anos 50 que desembarcasse subitamente na Avenida Paulista acharia que metade dos homens se parece com mulher. Do ponto de vista dele, seríamos todos um pouco Laertes. 
No comportamento a mudança foi na mesma direção. O mundo masculino ficou gay. Os homens falam, andam e dançam de uma forma que seria inaceitável nos anos 50. A tendência geral é de feminização. Os heterossexuais ficaram mais suaves nos seus modos. Ou mais estridentes. Mais delicados, certamente, de um jeito que nossos pais e avós estranhariam. É comum que homens nascidos nos anos 60 conversem com caras 20 ou 30 anos mais novos e tenham a impressão de que eles são gays – pelo jeito de falar, pela linguagem corporal, por causa da atitude. A mudança de códigos foi muito rápida e muito profunda. A agressividade e a grosseria, que anos atrás eram a marca registrada de certa masculinidade, caíram em desuso. São mal vistas. Viraram quase um sinônimo de escrotidão. Há nisso uma influência benéfica da cultura gay. Ela modificou e amoleceu a cultura masculina, da mesma forma que o Gilberto Freyre diz que o Brasil fez com a cultura portuguesa – para melhor. 

Essas mudanças, evidentemente, chegaram ao campo dos sentimentos e da intimidade. 
Os homens agora choram sem vergonha nenhuma. Confessam seus sentimentos de um jeito até embaraçoso. Eles ficaram frágeis. As mulheres dizem, ironicamente, que estão com saudades daqueles tipos sisudos e caladões, de sentimentos inescrutáveis. Eles sumiram. Agora os homens são sensíveis. Falam pelos cotovelos e estão cheios de dúvidas e temores. Muitos dão excelentes donos de casa, tremendos pais, cozinheiros de primeira linha - e ainda são ótimos companheiros para fofocar e assistir à novela. Umas moças, enfim, mas com quem as mulheres podem transar gostosamente, uma vez que eles têm uma relação melhor com a própria cabeça e o próprio corpo. Aquele outro tipo, o macho à la Clint Eastwood, estava sufocando seus sentimentos mais viscerais, tinha coisas demais a reter e a esconder. Além de falhar na cama nas horas mais inesperadas, ele era uma panela de pressão pronta a explodir. Ou a ter um AVC ou um enfarte aos 40 anos. 
Aliás, eu acho que a importância do movimento gay vai além das questões pessoais. Ou de casais. Quando um sujeito ou uma mulher lutam pelo direito de fazer sexo com quem desejar – e de andar na rua vestido como quiser, abraçado a quem achar melhor – ele e ela estão lutando, intrinsecamente, pelo direito de todos serem o que são. Os ganhos pessoais e íntimos de alguns se traduz em ganho público para a comunidade inteira. Quando um grupo socialmente discriminado é reconhecido em seus direitos, quando ele ganha espaço para expressar seus gostos e sentimentos (desde que isso não aconteça em prejuízo dos outros), a sociedade inteira se torna um pouco mais livre. Há uma lógica inexorável de contágio que começa com a liberdade do indivíduo, avança para o seu grupo e se espalha para a sociedade toda – e para o mundo. Quando os sinos tocam de júbilo, eles também tocam por todos nós. Gays e não gays. 

DO 'BLOG DO MIRO'


Elio Gaspari não toma jeito

Por Tarso Genro, no sítioCarta Maior:

Como Elio Gaspari foi do velho Partidão e depois se tornou confidente do General Golbery, fazendo, a partir daí, uma carreira de jornalista mordaz e corregedor de todos os hábitos do país, ele se dá o direito de não só inventar tolices nas suas colunas, como também enganar os mais desavisados.

Renan Calheiros e os barões da mídia

Editorial do jornalBrasil de Fato:

Recentemente o senador Renan Calheiros (PMDB/AL), presidente do Senado, escreveu um artigo na Folha de S.Paulo para tranquilizar os barões da mídia. Comprometeu-se em trabalhar para impedir um novo marco regulatório que reorganize o modelo de comunicações vigente no país. Agressivo e desrespeitoso com governos dos países andinos, que ousaram criar leis que democratizam as comunicações, o senador alagoano escreveu:

Direita bate bumbo para Yoani Sánchez

Por Breno Altman, no sítio Opera Mundi:

O direito de protestar faz parte da democracia. Essa garantia inclui apupos, gritos, gestos, cartazes e até o esculacho. Apenas exclui o exercício da violência direta, monopólio do Estado em seu papel regulador das relações sociais. Não se pode classificar, como modalidades aprioristicamente antidemocráticas, por exemplo, piquetes grevistas, ocupações de terra e bloqueios de estrada. Muito menos o recurso à vaia.

A IMPORTÂNCIA DA MÍDIA PROGRESSISTA CONTRA OS AGENTES DA CORRUPÇÃO E ATRASO. O BLOG MORRO NOTÍCIAS SEM CENSURA SE ORGULHA DE FAZER A SUA PARTE, AQUI NA TERRINHA


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Lula e a mídia dos trabalhadores

Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula
Por Vanessa Silva, no sítio Vermelho:

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou, na manhã desta quarta-feira (27), do evento organizado em comemoração aos 30 anos da Central Única dos Trabalhadores (CUT). Lula falou durante cerca de 40 minutos para uma plateia de dirigentes e sindicalistas, elogiou o movimento sindical brasileiro e a CUT e criticou a imprensa e seus adversários que “nunca quiseram que eu e a Dilma ganhássemos as eleições”. E propôs que o movimento sindical crie suas próprias mídias.

Para Lula, seus adversários sempre se incomodaram com seu sucesso: "eu acho que a bronca que eles [adversários] tinham de mim era o meu sucesso, e agora é o sucesso da Dilma (…) Essa gente nunca quis que eu ganhasse as eleições. Nunca quis que a Dilma ganhasse as eleições. Aliás, essa gente não gosta de gente progressista", declarou.

A direita e os formadores de opinião pública foram os últimos a aderir, na década de 1980, ao movimento pelas eleições diretas para presidente e, na década seguinte, à campanha pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, hoje senador, lembrou o ex-presidente: "É preciso reconhecer que o País mudou muito, inclusive na questão da comunicação. Nos anos 1980, qualquer imbecil se achava formador de opinião pública", disse. "Nesse País, formadores de opinião pública eram contra a campanha das diretas, contra a derrubada do Collor".

Como forma de ilustrar a perseguição sofrida pela imprensa, Lula se comparou ao ex-presidente estadunidense Abraham Lincoln: "Eu fiquei impressionado como a imprensa batia no Lincoln em 1860, igualzinho batem em mim. E o coitado não tinha nem computador. Ia para o telex ficar esperando", contou Lula, que está lendo a biografia do ex-presidente dos Estados Unidos. "Hoje a resposta é em tempo real. Eu quero parar de reclamar dos que não gostam de mim e não dão espaço. Eu não convido eles para minha festa e não sou convidado", resumiu.

Para o ex-presidente, é hora de o movimento sindical parar de reclamar da falta de espaço na mídia e criar seus próprios meios de comunicação. Disse também ser necessário um mapeamento de toda a mídia do setor progressista para que esse segmento se organize. "É uma arma poderosa, mas totalmente desorganizada. Por que a gente não organiza a nossa mídia, dá formatação, um pensamento coletivo, mais unitário?", indagou.

Ele falou ainda do papel da imprensa dos movimentos sociais. “Eles [a grande imprensa] não gostam de mim, não vão me dar espaço mesmo”. E estimulou que os sindicatos conversem mais e trabalhem a imensa rede de rádios, sites, blogs e até TVs, que possuem, como a TVT, que transmitiu o evento ao vivo.

10 anos de governos progressistas

Ainda em tom de crítica aos adversários, Lula defendeu a gestão da presidente Dilma Rousseff e os dez anos do PT e partidos aliados no governo federal.

"Eu sinto orgulho em saber que este país mudou. Ainda falta fazer coisa, obviamente que falta. Mas um país que passou 500 anos sufocando os pobres não vai recuperar em dez anos. Mas não reconhecer que esse país mudou? E mudou muito", provocou.

CUT e sindicalismo

Lula pediu uma mudança de postura da CUT. Ele cobrou que a central sindical e seus dirigentes saiam às ruas, deixem os prédios e viajem mais pelo País. Recomendou ainda que conversem mais com a presidente Dilma "porque mulher sempre trata melhor que o homem".

O petista disse ainda que apoia a marcha dos trabalhadores que será realizada em 6 de março. "Todas as reivindicações são justas. Agora, só precisa saber se o governo tem condições de atender", opinou.

Sobre o sindicalismo no país, Lula disse que hoje não dá mais pra imaginar o Brasil sem a CUT. “A maior conquista da CUT não foi a luta por salário ou uma hora a mais, uma hora a menos [de trabalho semanal]. Foi o alto grau de conscientização política do trabalhador”.

Em seu resgate histórico das lutas dos trabalhadores, Lula lembrou que muitas vezes “tínhamos que falar grosso até demais para subir um degrau muito pequeno”, mas que hoje a situação é completamente diferente.

O sindicalista citou o exemplo dos Estados Unidos, onde recentemente ele visitou a central dos trabalhadores na indústria automotiva e aeroespacial, a CAW. “Nos Estados Unidos, a Nissan, que é dirigida por um brasileiro, não permite que seus trabalhadores se sindicalizem, esta é a luta deles. Não é El Salvador, não é Nicarágua, não é a Namíbia, é nos EUA onde muitos trabalhadores em muitos locais são proibidos de se sindicalizarem”.

O ex-presidente também falou sobre seu papel no governo e a relação com os sindicalistas. Lembrou que recebeu os sindicatos que pediam a regulamentação da jornada de 40 horas semanais e, na ocasião, defendeu que o movimento não deveria esperar por uma solução do governo. “Eu disse: se eu fosse vocês, não esperaria por medida provisória, eu sairia pelo Brasil para politizar esse debate nas portas de fábricas. No final, os ganhos são muito maiores do que ficar dependendo de uma medida do governo”.

E terminou parabenizando a CUT por seus 30 anos com um elogio: “antigamente eu achava que o movimento sindical italiano poderia ser mais organizado que o nosso. Hoje eu não acho mais”, completou.

DEPUTADO AMAURI TEIXEIRA DEU UM 'BASTA' NOS FASCISTAS DEMOTUCANOS. JACOBINA, MORRO DO CHAPÉU E REGIÃO ESTÃO DE PARABÉNS POR TEREM ESSE CABRA-MACHO COMO REPRESENTANTE. TAMANHO ATO DE PATRIOTISMO E CORAGEM: NUNCA SERIA DEMONSTRADO PELO 'BUNDÃO DE BAIANA DO ACARAJÉ'... O DONO DA RÁDIO LARANJA QUE SE ARVORA EM DEFENSOR DA ÉTICA


quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

A provocação da direita no Congresso


Por Altamiro Borges

Parlamentares da oposição, muitos deles filhotes da ditadura militar, promoveram no final da tarde desta quarta-feira uma provocação nos corredores da Câmara Federal. Eles instalaram uma placa diante da galeria de imagens do PT, que comemora 30 anos de vida, sobre o “mensalão”. O sítio do Estadão, que atacou histericamente o protesto dos jovens contra a visita da dissidente cubana Yoani Sánchez, gostou da iniciativa: “Parlamentares do DEM e do PSDB resolveram ‘completar’ a história oficial exposta pelo partido”. Haja cinismo!


A provocação barata foi imediatamente rechaçada pelo deputado Amauri Teixeira (PT-BA), que numa atitude corajosa retirou a placa e não se intimidou diante da fúria dos tucanos e demos. “Isso é coisa de moleque! É falta de respeito!”, protestou. Houve bate-boca e empurrões, mas a oposição de direita não conseguiu manter a sua encenação. Entre os provocadores estavam os demos Ronaldo Caiado, ex-líder da assassina União Democrática Ruralista (UDR), e o fascistóide gaúcho Onix Lorenzoni.

A exposição dos 30 anos do PT registra com fotos e textos momentos importantes da história da legenda, desde as greves do ABC paulista, lideradas por Lula, até 2012. Por razões óbvias, ela não cita o chamado o escândalo do mensalão. No caso de uma exposição do DEM, ela não registraria a sua origem nos porões da ditadura. No caso do PSDB, não falaria da privataria e da compra de votos para a reeleição de FHC. Já no caso de uma história da mídia, muita podridão seria escondida. Mesmo assim, pelas normas do Congresso, elas seriam respeitadas. DEM e PSDB promoveram um ato que merece total repúdio!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

NEPOTISMO: O MIDIATISSÍSSIMO 'LUCIANO DA CASA DO PÃO' SERÁ ENTREVISTADO NO ''DÊ A SUA NOTA''. VEREMOS SE ESSE SONSO MENCIONARÁ A ROUBALHEIRA NA ADMINISTRAÇÃO DO SEU NOVO PATRÃO. Será que o LÉO RICARDO se limitará A HABITUAL BAJULAÇÃO Á LA BETO ROCHA\J MAGALHÃES....ou fará jus ao seu nobre metier? É COMO DIZ A VELHA MÁXIMA: 'SÓ LOUCO MORDE A MÃO QUE O ALIMENTA'...e, de louco; Léo Ricardo e seu patrão (TOINHO, irmão do prefeito, que, se apoderou da rádio comunitária de Morro do Chapéu) : NÃO TÊM NADA. Não é à toa que o ESPERTALHÃO LUCIANO ''PATROCINA'' TODOS OS MEIOS DE CUMINICAÇÃO LOCAL...menos o nosso, é claro!...pois não VENDEMOS A NOSSA CONSCIÊNCIA: NEM POR MIGALHAS...NEM POR MILHÕES



LUCIANO DA CASA DO PÃO: O MAIS NOVO MEMBRO DA CORTE DE ALI BABÁ. Esse cidadão tinha tudo para seguir de cabeça erguida, ganhando o seu dinheiro honestamente (como o tem feito até agora), no entanto: preferiu SE RENDER AO VIL METAL. 
Eu não sei o que é que acontece com os chamados HOMENS DE BEM\"BENS" dessa sofrida terra: nenhum resiste ao ILÍCITO DIMDIM. Deve ser o efeito da ÁGUA FERRUGINOSA na comida...não existe outra explicação!
NOTÓRIOS LADRÕES DE DINHEIRO PÚBLICO CELEBRANDO O ÚLTIMO PLEITO ELEITORAL AO LADO DO PRESIDENTE DO CONSELHO DE ''ÉTICA'' DA CÂMARA...É MOLE?...SÓ A GUILHOTINA SERIA CAPAZ DE CONTER A AUDÁCIA DESSA CORJA!

A CRUELDADE DOS DISCÍPULOS\AS DE TOINHO MALVADEZA NÃO TEM LIMITES: NEM MESMO O PRÓPRIO SANGUE ESCAPA. AQUI EM MORRO DO CHAPÉU, TEMOS UM CASO BASTANTE SEMELHANTE AO DESSA CANTORA MEDÍOCRE 'CANSADA'. O DEPUTADO FISIOLÓGICO JOSÉ CARLOS ARAÚJO TEM TAMBÉM UM PROCESSO NO LOMBO - EM SEGREDO DE JUSTIÇA....MOVIDO CONTRA SI PELO PRÓPRIO FILHO, QUE, O ACUSA DE DISCRIMINAÇÃO SOCIAL E RACIAL. ESSA CORJA NÃO VALE NADA; EGOISMO, AVAREZA E TRAIÇÃO É MARCA REGISTRADA DESSES VERMES


MACARTISTA ATUAL PRESIDENTE DA CBF: É DESMASCARADO PELA RESPEITADA JORNALISTA ROSE NOGUEIRA. ESTE VERME FASCISTA NÃO PODE CONTINUAR REPRESENTANDO O ESPORTE NACIONAL...O BRASIL PRECISA MOBILIZAR-SE; PARA AFASTÁ-LO DO CARGO QUE OCUPA


ROUBALHEIRA NA CBF: UM DOS PRINCIPAIS SUSPEITOS VIVE VIDA DE MAHARAJÁ ....NA CIDADE DOS 'CROOKS' LATINO-AMERICANOS


UM ANTRO DE PERDIÇÃO CHAMADO VATICANO


Internacional| 27/02/2013 | Copyleft 

As finanças secretas e caóticas da Igreja Católica

A investigação por lavagem de dinheiro do Banco do Vaticano, as indenizações pelos escândalos sexuais e o número decrescente de fieis e doações são alguns dos problemas que o próximo pontífice herdará. Em entrevista à Carta Maior, o jornalista Jason Berry, fala sobre as finanças secretas da Igreja Católica, tema que foi objeto de sua investigação nos últimos 25 anos. Essa história, segundo ele, remonta à guerra fria e à massiva injeção de dinheiro da CIA no Vaticano para neutralizar a ameaça do Partido Comunista Italiano. A reportagem é de Marcelo Justo.

Londres - O Papa Bento XVI abandona o barco em meio a sérios problemas financeiros. A investigação por lavagem de dinheiro do Banco do Vaticano, as indenizações pelos escândalos sexuais e o número decrescente de fieis e doações são alguns dos problemas que o próximo pontífice herdará. Ninguém sabe exatamente quanto gasta a Igreja Católica em nível mundial, mas segundo uma investigação da revista inglesa The Economist, publicada no ano passado com base em dados de 2010, a cifra rondaria os 170 bilhões de dólares. Em umlivro sobre as finanças secretas da Igreja Católica, o jornalista Jason Berry, que investigou o tema nos últimos 25 anos, afirma que a estrutura financeira da igreja é “caótica” e “opaca”.

Em entrevista à Carta Maior, Berry falou das dificuldades econômicas do Vaticano que, para ele, remetem à guerra fria e à massiva injeção de dinheiro da CIA no Vaticano para neutralizar a ameaça do Partido Comunista Italiano, então o mais poderoso da Europa ocidental.

Carta Maior: Como é a estrutura financeira da Igreja Católica em nível mundial?

Jason Berry: A Igreja Católica é muito hierárquica, monárquica eu diria, com o Papa como líder e dioceses dirigidas por arcebispos e bispos em todo o globo. Mas, em virtude de seu próprio tamanho, é internamente caótica e ingovernável. Cada bispo trabalha em sua diocese como se estivesse comandando um principado.

CM: O que sabemos de concreto sobre a riqueza do Vaticano?

JB: Há uma absoluta opacidade nas contas. Quando o vaticano declara suas rendas e gastos anuais não inclui o Instituto para as Obras de Religião, o IOR, mais popularmente conhecido como o Banco do Vaticano, cujos fundos são estimados em cerca de 2 bilhões de dólares. O IOR tem sido administrado em um clima de absoluta falta de transparência, o que o converteu em um veículo perfeito para o trânsito de todo tipo de fundos. Mas agora, com a investigação do Banco Central da Itália sobre lavagem de dinheiro, isso está mudando.

CM: Segundo algumas informações, o Vaticano tem interesses em uma empresa de espaguete, no setor financeiro, aviação, propriedades e uma companhia cinematográfica. Diz-se, inclusive, que controla entre 7 e 10% da economia italiana. Mas, dada a opacidade de suas contas, até onde é possível confirmar essas informações?

JB: Há informação disponível a instituições que nos permite saber onde está o dinheiro do Vaticano. Na Itália, o Vaticano investiu muito no Banco de Roma, que foi fundamental na reconstrução da Itália depois do “Risorgimento” no século XIX. Também tem negócios na área dos transportes públicos. A isso deve-se somar propriedades na própria Itália, na Europa e nos Estados Unidos. O Vaticano chegou a ser um dos proprietários do edifício Watergate, do famoso escândalo que provocou a renúncia de Richard Nixon. O grande tema hoje em dia é averiguar até onde prestou serviços a clientes que o utilizam como um banco “off shore”.

CM: Que impacto econômico os escândalos sexuais tiveram nas finanças da igreja?

JB: Nos Estados Unidos esse impacto foi muito forte. As dioceses e ordens religiosas pagaram mais de dois bilhões de dólares. Em muitas cidades tiveram que fechar igrejas. Los Angeles, Chicago e Boston, três das mais importantes arquidioceses, tiveram um rombo médio de 90 milhões de dólares em seus fundos de pensão.

CM: Em seu livro “Vows of Silence” você fala do fundador dos Legionários de Cristo, o mexicano Marcial Maciel que chegou a controlar um império de 650 milhões de dólares e contou com a proteção do Papa João Paulo II, apesar das denúncias de abusos sexuais. Maciel teve fortes vínculos com o governo de Pinochet no Chile e com os governos da América Central. Há alguma figura equivalente na igreja de hoje?

JB: Maciel foi o mais bem sucedido coletor que a igreja teve. Começou no final dos anos 40 buscando apoio de milionários católicos no México, Venezuela e Espanha durante a perseguição dos padres no México e pouco depois da guerra civil espanhola. Com este dinheiro, Maciel formou sua própria base de poder em Roma e se converteu no porta-voz do setor mais conservador e militante da igreja. Assim como fez com Franco, se vinculou muito com Pinochet no Chile. Nos Estados Unidos o próprio diretor da CIA durante os anos Reagan, William Casey, fez uma doação de centenas de milhares de dólares aos legionários. Maciel comportava-se como um político que viajava pelo mundo arrecadando fundos para fazer avançar a causa do catolicismo conservador e a agenda política conservadora. Mas a verdade era que toda sua ideologia encobria um delinquente sexual com poderosos contatos.

Apesar de ter sido acusado de abusar de seminaristas, o Vaticano não o investigou até 2004, a pedido do cardeal Ratzinger, quando João Paulo II estava morrendo. Graças a isso sabemos que teve filhos com duas mulheres no México e que manteve ambos os lares com dinheiro da Legião de Cristo. O escândalo é que o Vaticano demorou tanto para investigá-lo e deixou que ele se transformasse em um Frankenstein. Não há hoje uma figura equivalente no que diz respeito à arrecadação de fundos.

CM: Há uma longa história de escândalos nas finanças do Vaticano. Nos anos 80 houve o escândalo do Banco Ambrosiano e seu presidente, Roberto Calvi, que apareceu enforcado debaixo da ponte de Blackfriars em Londres. Calvi tinha fortes vínculos com o então presidente do Banco do Vaticano, o arcebispo estadunidense Paul Marcinkus. Há uma continuidade entre esses escândalos e os atuais problemas do banco?

JB: Creio que na realidade é preciso retroagir à Segunda Guerra Mundial quando a CIA começou a transferir grandes somas para o Banco do Vaticano. Em 1948, foi a primeira eleição na qual o Partido Comunista italiano, convertido no mais importante da Europa, buscava o poder. Neste momento houve uma grande campanha nos Estados Unidos, patrocinada pelo governo, da qual participou Frank Sinatra, para financiar a democracia cristã. Este foi o começo da história do dinheiro que círculos dos serviços de inteligência estadunidenses para o Vaticano. Uma geração depois, com Roberto Calvi e Marcinkus, o banco havia se convertido em uma via muito lucrativa para a passagem de dinheiro. No final dos anos 80, o banco teve que pagar uma multa de 250 milhões de dólares. Já ali o banco funcionava como uma “off shore” para seus clientes privilegiados. Mas ainda falta muito por documentar sobre essa história.

Tradução: Marco Aurélio Weissheimer

PEDOFILIA, ASSASSINATOS E ROUBALHEIRA: A MAIORIA DOS ATUAIS CARDEAIS SÃO SUSPEITOS DE AMAREM ''DEMASIADO'' AS CRIANCINHAS


Nove dos 117 cardeais são suspeitos ou cúmplices de assédio sexual ou pedofilia

Um belga, um irlandês, dois estadunidenses, um australiano, um polonês, um esloveno, um argentino e um mexicano (foto) continuam no grupo que vai escolher o novo papa
 26/02/2013
da Redação
Entre os 117 cardeais com direito a voto no conclave – eleição para eleger o novo papa em março – pelo menos 9 são acusados publicamente de terem praticado ou acobertado atos ilegais como assédio sexual e pedofilia. O número, que equivale a quase 8% dos religiosos com poder de decisão no Vaticano, escancara uma das crises institucionais por que passa a Santa Sé.
Para evitar maiores constrangimentos, nessa segunda-feira (25), o responsável pela Igreja Católica na Escócia, o cardeal Keith Michael Patrick O’Brien, renunciou ao seu direito de participar do conclave. Oficialmente, diz-se que teria partido dele o desejo de renunciar ao cargo de cardeal - por já estar com mais de 75 anos. Mas especula-se que o Vaticano o pressionou a tomar tal atitude por conta da acusação de ter praticado assédio sexual na década de 1980. “Pelo bem que eu tenha feito, agradeço a Deus. Por qualquer falha, peço desculpas a quem eu tenha ofendido”, escreveu em comunicado.
O cardeal foi denunciado por três padres e um ex-religioso da diocese de St. Andrews e Edinburgo por ter investido sexualmente contra eles. O’Brien disse que desistiu de participar da eleição que escolherá o sucessor de Bento XVI porque não quer que a atenção da mídia se concentre nele e sim no papa Bento XVI e no seu sucessor.
Outro caso de destaque é do cardeal e antigo arcebispo de Los Angeles, Roger Mahony, suspeito de ter acobertado 129 casos de pedofilia por várias décadas. Mahony sofre pressão para que deixe de participar do conclave. A presença de Mahony “vai agravar o escândalo e a vergonha da nossa Igreja”, disse a associação de católicos dos Estados Unidos, Catholics United. A petição do grupo, que pede que o cardeal “fique em casa”, teve alcance internacional.
Outro estadunidense, o cardeal Justin Francis Rigali, ex-chefe da diocese de Filadélfia, é acusado de não ter esclarecido casos de pedofilia supostamente cometidos por 37 sacerdotes. Acusação semelhante é feita ao cardeal belga Godfried Danneels, que há três anos teve o seu computador pessoal apreendido por conta de acobertamento de casos de abuso de menores. Já o nome do cardeal irlandês Seán Baptist Brady foi envolvido com uma centena de casos de abusos cometidos em orfanatos, escolas e paróquias.
Acusações de mesmo tipo são feitas contra o arcebispo de Sydney, o australiano George Pell; o arcebispo de Cracóvia, o polonês Stanislaw Dziwisz; o prefeito emérito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica, o esloveno Franc Rodé; o prefeito da Congregação para as Igrejas Orientais, o argentino Leonardo Sandri; e o arcebispo da Cidade do México, Norberto Rivera Carrera, acusado de proteger o pedófilo e fundador da corrente direitista Legionários de Cristo, Marcial Maciel.
A suspeita ou comprovação da participação em atos como assédio sexual e pedofilia não é suficiente para impedir um cardeal de participar do conclave. A decisão de afastamento, entretanto, pode ser tomada individualmente pelo religioso (Com agências 
PADRE FASCISTA MARCIAL MACIEL: UM DOS MAIORES 
PEDÓFILOS DA HISTÓRIA DA ICAR
FOTO REVELADORA...DO PADRE FASCISTA PEDÓFILO; E 
SUAS ''CRIANCINHAS''.