sábado, 31 de maio de 2014

FULGÊNCIO BATISTSA TUPINIQUIM SEGUIRÁ O EXEMPLO DE OUTROS DÉSPOTAS LATINO-AMERICANOS E SE REFUGIARÁ EM MIAMI

AMADO E ADMIRADO BRASIL E MUNDO AFORA; AGORA FOI A VÊZ DOS ESTADOS UNIDOS LHE PRESTAR A SUA DEVIDA HOMENAGEM. GRANDE PRESIDENTE LULA!!!

Lula é homenageado com busto de bronze em exposição em Washington, EUA


A estátua em bronze de Lula foi instalada no National Mall, parque ao lado da Casa Branca, em Washington. Junto ao ex-presidente estão figuras ilustres como Abraham Lincoln, o general Simon Bolívar e até o recém-falecido Gabriel García Márquez.

A organização dos estados americanos apresenta a exposição de  esculturas "Os Estados Americanos na visão do artista e escultor chinês   Yuan Xikun" no  museu de arte das Américas em colaboração com o  observador da missão da China para o OAS e da embaixada das pessoas da República da China nos Estados Unidos. 

O ex-presidente Lula  é a única personalidade viva homenageada em uma exposição  nos jardins da Organização dos Estados Americanos (OEA).

 Ele está representado em um dos 12 bustos feitos pelo escultor chinês Yuan Xikun, que celebram o 10º aniversário da entrada da China como membro observador permanente da OEA. A missão do país na organização e a Embaixada chinesa em Washington patrocinaram a exposição, aberta até 1º de agosto, que têm réplicas das esculturas (as originais estão em Pequim, no Jardim de Esculturas da Amizade Internacional). "A exposição procura estimular o mútuo entendimento entre a cultura chinesa e a paisagem multicultural dos países-membros da OEA", diz o texto da exposição no site da organismo.

 Esta exposição  incluirá peças de artigos históricos que fizeram contribuições exepecional para as Américas incluindo:
Before the Decisive War - Abraham Lincoln (United States)
Simón Bolívar (Venezuela)
Eloy Alfaro (Ecuador)
Tupac Amarú (Peru)
Lula Da Silva (Brazil)
Juan Pablo Duarte (Dominican Republic)
Tupac Katari (Bolivia),
Juana Azurduy (Bolivia),
Andreo De Santa Cruz (Bolivia),
Gabriel García Márquez (Colombia),

O escultor chinês Yuan Xikun diz que suas criações “homenageiam quem extraordinariamente contribuiu para os povos das Américas”. Lula é o primeiro presidente brasileiro a ter uma estátua na capital dos EUA.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

RÉQUIEM PARA UM DEMAGOGO CAÍDO: ÍCONE DA PARTE MAIS REACIONÁRIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA É DESMASCARADO PELO GRANDE SAUL LEBLON

Os órfãos de Joaquim Barbosa

Órfão da toga justiceira, Aécio Neves tenta vestir uma fantasia de justiceiro social, esgarçada pela estreiteza dos interesses que representa.

por: Saul Leblon 


ELES TRANSFORMARAM O BRASIL NUMA REPÚBLICA BANANEIRA\TOGANEIRA

STF

Joaquim Barbosa deixa a cena política como um farrapo do personagem desfrutável que se ofereceu um dia ao conservadorismo brasileiro.

Na verdade, não era  mais funcional ter a legenda política associada a ele.

Sua permanência à frente do STF  tornara-se insustentável.

Vinte e quatro horas antes de comunicar a aposentadoria,  já era identificado pelo Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, como um fator de insegurança jurídica para o país.

A OAB o rechaçava.

O mundo jurídico manifestava constrangimento diante da incontinência autoritária.

A colérica desenvoltura com que transgredia  a fronteira que separa o sentimento de  vingança e ódio da ideia de justiça, inquietava os grandes nomes do Direito.

Havia um déspota sob a toga que presidia a Suprema Corte do país.

E ele não hesitava em implodir o alicerce da equidistância republicana que  confere à Justiça o consentimento legal,  a distingui-la dos linchamentos falangistas.

O obscurantismo vira ali, originalmente, o cavalo receptivo a um enxerto capaz de atalhar o acesso a um poder que sistematicamente lhe fora negado pelas urnas. 
Barbosa retribuía a ração de holofotes e bajulações mercadejando ações cuidadosamente dirigidas ao desfrute da propaganda conservadora.

Na indisfarçada  perseguição a José Dirceu, atropelou decisão de seus pares pondo em risco  um sistema prisional em que 77 mil sentenciados desfrutam o mesmo semiaberto subtraído ao ex-ministro.

Desde o início do julgamento da AP 470  deixaria  nítido o propósito de atropelar o rito, as provas e os autos, em sintonia escabrosa com a sofreguidão midiática.

Seu desabusado comportamento exalava o enfado de quem já havia sentenciado os réus  à revelia dos autos, como se viu depois,  sendo-lhe  maçante e ostensivamente desagradável submeter-se aos procedimentos do Estado de Direito.

O artificioso recurso do domínio do fato, evocado como uma autorização para condenar sem provas, sintetizou a marca nodosa de sua relatoria.

A expedição de mandatos de prisão no dia da República, e no afogadilho de servir à grade da TV Globo,  atestaria a natureza viciosa de todo o enredo.

A exceção inscrita no julgamento reafirmava-se na execução despótica de sentenças sob o comando atrabiliário de quem não hesitaria em colocar vidas em risco.

O  que contava era  servir-se da lei. E não servir à lei.

A mídia isenta esponjava-se entre o incentivo e a cumplicidade.

Em nome de um igualitarismo descendente que, finalmente, nivelaria pobres e ricos no sistema prisional,  inoculava na opinião pública o vírus da renúncia à civilização em nome da convergência pela barbárie.

A aposentadoria de Barbosa não apaga essa nódoa.

Ela continuará a manchar o Estado de Direito enquanto não for reparado o arbítrio a que tem sido submetidas lideranças da esquerda brasileira, punidas não pelo endosso, admitido, e reprovável, à prática do caixa 2 eleitoral.

Igual e precedente infração cometida pelo PSDB, e relegada pela toga biliosa, escancara o prioritário sentido da AP 470:   gerar troféus de caça a serem execrados em trunfo no palanque conservador.

A liquefação jurídica e moral de  Joaquim Barbosa nos últimos meses tornou essa estratégia anacrônica e perigosa.

A toga biliosa assumiu, crescentemente, contornos de um coronel Kurtz, o personagem de Marlon Brando, em Apocalypse Now, que se desgarrou do exército americano no Vietnã para criar  a sua própria guerra dentro da guerra.

Na guerra pelo poder, Barbosa lutava a batalha do dia anterior.

Cada vez mais, a disputa eleitoral em curso no país é ditada pelas escolhas que a  transição do desenvolvimento impõe à economia, à sociedade e à democracia.

A luta se dá em campo aberto.

Arrocho ou democracia social desenham  uma encruzilhada de nitidez crescente aos olhos da população.

A demonização do ‘petismo’ não é mais suficiente para sustentar os  interesses conservadores na travessia de ciclo que se anuncia.

Aécio Neves corre contra o tempo para recadastrar seu  apelo no vazio deixado pela esgotamento da judicialização da política.

Enfrenta dificuldades.

Não faz um mês, os centuriões do arrocho fiscal que o assessoram –e a mídia que os repercute--  saíram de faca na boca após o discurso da Presidenta Dilma, na véspera do 1º de Maio.

Criticavam acidamente o reajuste de 10%  aplicado ao benefício do Bolsa Família.

No dia seguinte, numa feira de gado em Uberaba, MG, o tucano ‘não quis assumir o compromisso de aumentar os repasses, caso seja eleito’, noticiou a Folha de SP (02-05). 

‘De mim, você jamais ouvirá uma irresponsabilidade de eu assumir qualquer compromisso antes de conhecer os números, antes de reconhecer a realidade do caixa do governo federal", afirmou Aécio à Folha, na tarde daquela sexta-feira.

Vinte e seis dias depois, o mesmo personagem, algo maleável, digamos assim, fez aprovar, nesta 3ª feira,  na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, uma medida que exclui limites de renda e tempo para a permanência de famílias pobres no programa (leia a reportagem de Najla Passos; nesta pág)

A proposta implica dispêndio adicional que o presidenciável recusava assumir há três semanas.

Que lógica, afinal, move as relações do candidato com o Bolsa Família?

A mesma de seu partido, cuja trajetória naufragou na dificuldade histórica do conservadorismo em lidar com a questão social no país.

Órfão da toga justiceira, Aécio Neves tenta vestir uma inverossímil fantasia de justiceiro social, desde logo esgarçada pela estreiteza dos interesses que representa.

 A farsa corre o risco de evidenciar seus limites  tão rapidamente quanto a anterior.

A ver. 
  1. APÊ DE BARBOSA EM MIAMI VIRA HIT NAS REDES ...

    www.youtube.com/watch?v=SkZ8uSiRPa8
    09/08/2013 - Vídeo enviado por paulo mortal
    247 -- O caso do apartamento do presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, em ...

UMA NOVA ERA COMEÇA NO STF... COM O FIM DO REINO DO ÓDIO

REPUDIADO BRASIL AFORA POR TER TRANSFORMADO O STF EM PICADEIRO POLÍTICO: ÍDOLO DOS COXINHAS ANTIPROGRESSISTAS AGORA PODERÁ DEDICAR-SE AO SEU PATÉTICO PAPEL DE BATMAN...E ELEGER-SE ''IMPERADOR DOS JUSTICEIROS''. VERSÃO MODERNA DOS ODIADOS CAPITÃES-DO-MATO; ESSE SENHOR TINHA TUDO PARA TRANSFORMAR-SE EM LEGÍTIMO HERDEIRO DO GRANDE ZUMBI DOS PALMARES. NÃO É À TOA QUE SUA PROMETIDA SAÍDA À FRANCESA\ DE FININHO...JÁ COMEÇA A SER CELEBRADA COMO UM FIM DE PESADELO