sábado, 28 de junho de 2014

UNIÃO DAS FORÇAS PROGRESSISTAS PARA CONTER A AMEAÇA DE RETORNO DOS AGENTES DA CORRUPÇÃO E ATRASO... RUI COSTA É ÚNICA SAÍDA PARA CONTINUARMOS MODERNIZANDO A BAHIA. DITADURA CARLISTA NUNCA MAIS!


Na Bahia, Dilma alerta contra "ódio e mentira"

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"Estou pronta para o combate", diz presidente Dilma Rousseff na Bahia, durante convenção do PT; ela mirou no PSDB, sem citar o partido, para o mote de seu discurso de campanha: "Quem nunca mudou nada quando estava no governo, provou que não tem competência para mudar", disparou, desconsiderando a joia dos tucanos, o Plano Real; "Nós tivemos competência para mudar, botamos o povo como protagonista pela primeira vez na história", demarcou Dilma; presidente comemorou sucesso da Copa, mas lembrou derrubadas em série na mídia: "A Copa foi o momento das grandes mentiras" 21Mais Médicos: Bahia já tem mais de 1300 profissionais

Foto: Secom/GOVBA:
Dez meses após implantação do Mais Médicos na Bahia, 1.359 profissionais atendem pelo programa; grupo está atuando em várias regiões do estado, em 367 municípios e em nove polos do Distrito Sanitário Especial Indígena, ampliando a capacidade de assistência no estado; de acordo com o ministro da Saúde, Arthur Chioro, as regiões Nordeste e Norte têm recebido atenção especial; "Essas são regiões onde há maior carência [de profissionais] e não foi por acaso que grande parte dos médicos do programa foi enviada para esses locais. Estamos atentos às necessidades regionais"

"Imprensa não nasceu para ser partido de oposição"

: Foto: Heinrich Aikawa/Instituto Lula
Ex-presidente Lula, que abriu a convenção do PT baiano nesta sexta-feira, voltou a criticar o "complexo de vira-lata dos que torcem contra o País"; Lula disse que a mídia "esconde" o que há de positivo e que disseminou clima hostil e negativo para a imprensa internacional; sobre os xingamentos à presidente Dilma Rousseff na abertura da Copa, no estádio do Itaquerão, afirmou: "A resposta que você tem que dar é mostrar que aqueles que não queriam a Copa estão tendo que viver com a Copa mais extraordinária já realizada pela Fifa" 140

28 DE JUNHO: DIA DO ORGULHO LGBT

45 músicas e 1 marchinha para 45 anos da Revolta de Stonewall

Por Gunter Zibell
Hoje é o 45º aniversário do que se conheceu como ‘Revolta de Stonewall’. E origem da adoção, já bem alastrada pelo Mundo, do 28 de Junho como Dia do Orgulho LGBT.
Não se trata nem de longe do início de movimentos civis para igualdade de direitos, pois estes remontam ao século XIX.
Mas há razões para ser tido como um evento memorável. Alguns retrospectos:
http://www.umoutroolhar.com.br/2013/06/28-de-junho-revolta-de-stonewall-que.html
http://waltersilvablog.wordpress.com/2014/03/20/um-mito-chamado-stonewall/
É claro que ainda há muito para acontecer. Fora das Américas, Oceania e Europa ainda há extrema intolerância. Às vezes até há retrocessos graves, como os vividos ano passado na Rússia, Índia, Nigéria e este ano em Uganda.

IRONIA DAS IRONIAS: A COPA DO BRASIL NOS MOSTRA (AOS BILHÕES DE TELESPECTADORES PLANETA TERRA AFORA) COMO UMA DEMOCRACIA RACIAL...APESAR DO COMPORTAMENTO DESPREZÍVEL DA RACISTA ELITE MEDIEVAL DE SÃO PAULO

Artigos - Opinião
27.06.2014

CONTINUA...

Racismo e imigração na Copa do Brasil


Adital
Por David Goldblatt
A constituição étnica dos 32 times da Copa do Mundo reflete as camadas sedimentares da migração global nos últimos 500 anos. A destruição das comunidades indígenas americanas levada a cabo pela colonização europeia nos dá três seleções de constituição quase completamente europeia: Chile, Argentina e México. A Austrália é a versão disso na Oceania.
Na maior parte das vezes, a conquista continental foi seguida pela importação massiva de trabalho escravo africano, o que explica a mistura afro-europeia de Brasil, Equador, Honduras, Costa Rica, Colômbia, Uruguai e EUA, muito embora na América os latinos constituam uma categoria à parte. Por todo o continente, o futebol é uma zona de mobilidade social para a juventude pobre e migrante. No caso do Equador, afroequatorianos constituem apenas 6% da população, mas são quase a totalidade do time.
A mesma lógica opera na Europa ocidental, onde os times vêm sendo formados por duas ondas mais recentes de movimentos migratórios. Durante as migrações que acompanham a descolonização e o longo boom do pós-guerra, a Inglaterra ganhou uma comunidade afrocaribenha, a Alemanha, os "trabalhadores convidados” (gastarbeiters) turcos, a França começou a absorver africanos francófonos, a Bélgica, os congoleses e a Holanda, os surinameses.
Em todos esses países, a mudança no visual das seleções nacionais tem servido tanto como emblema otimista para o sucesso da integração e como bode expiatório das acusações de falta de autenticidade: quem canta ou deixa de cantar o hino antes dos jogos tem se tornado critério de cidadania para muitos comentaristas da extrema direita.
Nas duas últimas décadas, novos fluxos de refugiados e imigrantes para a Europa têm deixado sua marca no futebol: a primeira estrela internacional incontestável do futebol italiano, Mario Balotelli; um lado suíço que tem quase doisterços de ascendência imigrante; jogadores com raízes afrogermânicas e afroespanholas. Em contraste, seleções de países mais a leste – Bósnia, Croácia, Rússia e Grécia – embora tenham suas próprias complexidades étnicas internas – são brancas.
Os times mais etnicamente homogêneos são Japão e Coreia do Sul, ambos com populações imigrantes pequenas. Nas arquibancadas, contudo, há bastante evidência de suas próprias comunidades emigradas – os nipo-brasileiros que partiram rumo às plantações de café de São Paulo no final do século 19 e os americanos de origem coreana. Essas comunidades da diáspora, que mantêm ligação afetiva e prática com seus países de origem, são melhor representadas pelo Irã e pela Argélia. O técnico Carlos Queiroz fez um chamado aos iranianos nascidos na Suécia, Holanda e Alemanha. Dezesseis membros da seleção argelina nasceram na França, mas optaram por jogar pelo país norte-africano.
Independentemente do que possam representar, jogadores profissionais são, eles mesmos, imigrantes batalhadores. São parte de um mercado de trabalho altamente qualificado e de altos salários, que também pode ser visto nos serviços financeiros e profissionais. Os quatro times da África ocidental – Camarões, Nigéria, Gana e Costa do Marfim – têm apenas seis jogadores em times locais, dentre os quais, quatro goleiros.
Cidadania é negociável. Croácia e Espanha adquiriram os brasileiros Eduardo e Diego Costa, respectivamente. Apenas os ingleses e os russos, sem histórico de sucesso na migração futebolística, jogam principalmente em casa, nas ricas ligasdomésticas.
Se os campos da Copa do Mundo 2014 são um quadro vivo da diversidade e da complexidade étnica do mundo, o mesmo não pode ser dito tão claramente sobre as torcidas ou as comissões técnicas. O holandês Patrick Kluivert é um dos poucos rostos negros entre as comissões europeias. Nenhum time latino-americano tem um técnico de origem africana ou indígena. Gana e Nigéria optaram por técnicos locais, mas Camarões e Costa do Marfim têm europeus no comando.
A FIFA tem investigado pequenos incidentes envolvendo cantos racistas pelas torcidas argentina e mexicana e a presença de cartazes de extrema-direita, até mesmo fascistas, entre as torcidas croatas e russas. Mais significativamente, contudo, nenhum grupo nas arquibancadas compartilha a diversidade étnica de seus respectivos times. É difícil conduzir uma pesquisa demográfica a partir da cobertura televisiva altamente seletiva dos jogos no Brasil, mas a torcida anfitriã parecia incrivelmente branca e a gigantesca presença colombiana também. Suspeito que o mesmo possa ser dito dos europeus.
Obviamente, a mesma lógica que intersecta etnia e divisão de classe e que explica a super-representação de grupos minoritários no futebol profissional explica também sua relativa ausência no caríssimo turismo futebolístico e no olimpo gerencial do esporte.
Quando a poeira baixar sobre a Copa do Mundo, a FIFA – muito preocupada com o comportamento das torcidas em relação ao racismo – poderia voltar sua atenção aos mundos privados do racismo e viés institucionais e ao dilema mais amplo de tentar encenar um festival de universalismo a que apenas os ricos podem ir.

[David Goldblatté autor deThe ball is round: a global history of football("A bola é redonda: uma história global do futebol”).
Tradução: Renata Gomesé professora universitária e participa da UniNômade Garoa ]

SE ESSA MODA PEGA...!

MST ocupa rádio no Sertão de Sergipe e exige democratização da comunicação

26 de junho de 2014

Da Página do MST
Nesta quarta-feira (25/06), cerca de 500 militantes do MST ocuparam a emissora de rádio Xodó FM na cidade de Nossa Senhora da Glória (Alto Sertão de Sergipe).

Os trabalhadores rurais denunciaram a forma difamatória e insultante com a qual Anselmo Tavares, locutor do Jornal da Xodó, trata as ações dos movimentos sociais na região, cobrando o direito à resposta.

Segundo Gileno Damascena, da direção estadual do MST, o Jornal da Xodó vem tratando há tempo as questões das lutas pela terra e pela moradia de forma incorreta e preconceituosa, chegando a chamar de “corjas” os trabalhadores rurais do MST.
“Hoje, exercemos o nosso direito de dialogar com a sociedade”, disse Gileno. “A emissora de rádio beneficia de uma concessão pública. Ela deve ser aberta a toda a sociedade. Mas quando difama a ação dos movimentos sociais, a rádio Xodó descumpre sua função social. É isto que estamos denunciando”, explicou o dirigente.

Para José Borges Sobrinho, dirigente do MST em Glória, a discriminação sistemática dos movimentos sociais pelo Jornal da Xodó é mais uma consequência da concentração dos meios de comunicação nas mãos de poucas e ricas famílias e grupos políticos. “Este ato reforça a necessidade de lutar pela democratização dos meios de comunicação no Brasil”, ressaltou.

A mobilização contou com cerca de 500 militantes do MST, que se agruparam frente à sede da rádio Xodó FM. O Movimento reivindicava o direito de expor sua opinião ao vivo no Jornal da Xodó, apresentado pelo Anselmo Tavares.

Diante da recusa do locutor, os manifestantes resolveram entrar e ocupar a rádio. Após uma negociação dentro do estúdio, em presença da Polícia Militar do estado de Sergipe, os integrantes do MST conquistaram o direito à palavra ao vivo durante trinta minutos.

Vários militantes destacaram o papel positivo da ação do MST na região do Alto Sertão sergipano, tendo conseguido, em 30 anos de luta, dividir a terra outrora monopolizada por grandes latifundiários, gerando uma fonte de renda por milhares de famílias camponesas e desenvolvendo a economia da região.

Enquanto os líderes falavam ao vivo no programa Jornal da Xodó, fora do estúdio os manifestantes celebravam a cultura nordestina com forró pé de serra e canções populares.

Frases denunciando Anselmo Tavares como “pistoleiro da comunicação” e reivindicando a “democratização da mídia” foram pichadas nas paredes da rádio. Após o final do programa, os manifestantes se retiraram.

O ato também contou com a presença do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Trabalhadores Urbanos (MOTU), Levante Popular da Juventude, Movimento Hip-Hop.

terça-feira, 24 de junho de 2014

POUCO A POUCO O BRASIL COMEÇA A RECHAÇAR OS COXINHAS VIRA-LATAS DO ''NÃOVAITERCOPA''\''ADMIRADORES DE RACHEL SHEHERAZADE''\''JOAQUIM BARBOSA PRÁ PRESIDENTE''\TV REVOLTA''\DILMA VAI TOMAR NO C''. Até tradicionais aliados da VANGUARDA DO ATRASO como o articulista abaixo, já se deu conta de que ser ídolo desses fanáticos desmiolados; é entrar em barca furada. Se até o PONDÉ já está farto desses canalhas TRAIDORES DA PÁTRIA...é porque esses vermes já ultrapassaram todos os limites da decência.

Pondé disseca a alma de um autêntico vira-lata

 

BRASIL 247 - 23 DE JUNHO DE 2014 ÀS 07:40 

 

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Como reconhecê-lo? Segundo o articulista Luiz Felipe Pondé, o vira-lata é aquele que fala com frequência em primeiro mundo, fala mal do Brasil e imagina a possibilidade de uma vida chique e diferenciada do outro lado do Atlântico; "No final das contas, como sempre, toda elegância é discreta, assim como toda virtude é silenciosa", diz ele

247 - O filósofo Luiz Felipe Pondé, articulista da Folha, publicou artigo sobre como reconhecer um autêntico vira-lata. "A afetação vira-lata vai muito além da consciência de nossas mazelas.  Vejamos. Ela se manifesta na mania de usar expressões (hoje um pouco fora de moda) como "coisa de primeiro mundo". A tentação de comparar o Brasil com a Europa é a mais "chique", porque inclusive mostra que o fulano é "viajado" - expressão triste por definição. Os mais ingênuos comparam o Brasil com os EUA, os mais afetados comparam com a Europa ocidental porque os EUA "eram" capitalistas selvagens", diz ele. Leia abaixo:

Afetações de um vira-lata

Sofrer de bovarismo cultural é achar que existe uma vida maravilhosa do outro lado do Atlântico

A afetação com vinhos é um sintoma clássico. Chegamos ao ponto de ser melhor não falar sobre vinhos em jantares inteligentes para que não pensem que somos gente que faz curso de enologia. Na verdade, quem entende mesmo de vinhos deve ficar calado quando os outros começam a expor seus cursos feitos por aí. Nunca se deve usar expressões como "amadeirado".

Sim, falo das afetações típicas de brasileiros e paulistanos, mais especificamente. A burguesia sempre sofreu de um complexo de vira-lata em relação à aristocracia medieval, porque esta era o que era, enquanto a burguesia é o que tem, e nada mais.

Quando atravessamos o Atlântico e chegamos ao Brasil, a agonia da burguesia com sua condição vira-lata piora. Desesperados buscam passaportes italianos para poderem, num momento de glória, pegar a fila dos passaportes europeus ao entrar na Europa. O desespero fica maior se não tiver ninguém pra ver os 15 minutos de fama na fila dos passaportes europeus. Quem viaja sozinho busca com o coração na boca algum brasileiro coitado com passaporte brasileiro para que ele veja a glória do pseudo-italiano.

Outro sintoma da mesma patologia é a tentativa de encontrar nobreza na ancestralidade. Hipótese pouco provável porque normalmente quem está bem nunca imigra para lugar nenhum. Todo imigrante é um coitado, por definição.

Mas, talvez uma das afetações mais terríveis, e muito comum nesta época de Copa do Mundo, é ficar falando mal do Brasil. Claro, o Brasil é mesmo um problema. A Copa do Mundo trouxe à tona de forma evidente, sob os holofotes do mundo, nossa incompetência em infraestrutura. E, de fato, o Brasil é levado pouco a sério por aí. O jornalismo internacional está muito mais atento à África e à Ásia do que à América Latina. Somos um continente esquecido, para o bem e para o mal. Mas, a afetação vira-lata vai muito além da consciência de nossas mazelas.

Vejamos. Ela se manifesta na mania de usar expressões (hoje um pouco fora de moda) como "coisa de primeiro mundo". A tentação de comparar o Brasil com a Europa é a mais "chique", porque inclusive mostra que o fulano é "viajado" - expressão triste por definição. Os mais ingênuos comparam o Brasil com os EUA, os mais afetados comparam com a Europa ocidental porque os EUA "eram" capitalistas selvagens. Digo "eram" porque os EUA paulatinamente se transformam em um dos países de maior invasão da vida privada pelo governo federal.

Quer um exemplo banal? A vida real é mesmo banal, quem não sabe disso e imagina que existe uma "vida chique e especial" por aí é gente que sofre de bovarismo cultural. Sofrer de bovarismo cultural é achar que existe uma vida maravilhosa do outro lado do Atlântico que só gente inteligente conhece.
Mas, voltemos ao exemplo banal. Dizer que no Brasil não se respeita fila e que na Europa se respeita é coisa de quem nunca viajou muito mesmo. Muitos europeus furam a fila na maior cara de pau, dando as mais variadas razões. Às vezes, tenho a impressão que os brasileiros respeitam fila com muito mais frequência.

Outra afetação é querer ir a restaurantes "melhores do mundo". A fila de espera pode durar meses. Restaurantes assim são aquele tipo de lugar que você vai mais pra ser visto lá do que pela comida mesmo, que às vezes é tão chique que o gosto se perde na sofisticação fake.

Claro, bons restaurantes existem, mas nada tem a ver com excessos de propaganda.

No final das contas, como sempre, toda elegância é discreta, assim como toda virtude é silenciosa.

Esta é, talvez, uma das maiores contradições do mundo contemporâneo pautado pelo ridículo das redes sociais: todo mundo tem que aparecer para existir. Esta contradição aparece, por exemplo, quando reclamamos de que as pessoas invadem nossa privacidade quando a maioria de nós "posta tudo" pra ser visto.

A propósito, a entrevista de Zygmunt Bauman, "Vigilância Líquida", recém-publicada no Brasil, é uma boa reflexão sobre este desejo infantil de ser visto, desejo este que faz de todos nós reféns das informações que nós mesmos "postamos".

A PODRIDÃO DA ELITE RACISTA  ANTIPETISTA ...E OS RIDÍCULOS COXINHAS VIRA-LATAS, SEUS ADMIRADORES
banco dos canalhas - bndes - criado para que roubem sem serem incomodados


Octaviano Oliveira commented on a link.
Marcas dos Governos do PT, bons em desperdício do dinheiro públicos e das obras inacabadas
Ambos COXINHAS acima (Paulo Sérgio e Octaviano) são parentes do Prefeito de Morro do Chapéu, notório por ser RÉU em vários processos por ROUBO DE DINHEIRO PÚBLICO. Vocês notaram que esses COXINHAS já não são mais nenhum jovem politicamente alienado, como a maioria dos MARIA-VAI-COM AS OUTRAS que poluem as redes psicopatociais ? O POMPOSO Octaviano Oliveira é o mais cômico...pense num picareta QUE PENSA QUE É ELITE! esse sujeito é o típico VIRA-LATA da crônica acima. O colega Adriano costumava tirar o maior sarro dos MILHARES DE TÍTULOS HONORÍFICOS AUTOCONCEDIDOS... que o palhaço embutia ao lado do seu nome. Era tanto título; que o leitor ficava até TONTO. Parecia àqueles REIS DE PORTUGAL...que eram IMPERADORES DO BRASIL, PORTUGAL, ALGARVES, como também: NEGUS DA ABISSÍNIA, RAÍS DAS ARÁBIAS, PAVÃO DA PÉRSIA, PROTETOR DA FÉ CRISTÃ, SENHOR DE MECA, SULTÃO DE MALACA, MAHARAJÁ DAS ÍNDIAS....êtcha homi ridículo sô! E um desmoralizado dêsses ainda quer pautar e influenciar o Povo daqui de Morro do Chapéu...é mole!?

Obrigado Alex Monteiro por mostrar-nos a verdadeira face desses cretinos.  
    • Eltton Morales likes this.
    • Jair Dau ESSA ATITUDE EH COMUM ENTRE OS RICOS DE CLASSE ALTA NA MAIORIA COM ENSINO SUPERIOR.EU SOU DA RAÇA BRANCA MAS JA SOFRI MUITA DISCRIMINAÇAO E ABUSOS POR SER APENAS UM EMPREGADO EM MEIO A ESSA ELITE NOJENTA QUE DIZ SER EDUCADA.E SEMPRE APOS HUMILHAREM E DESPREZAR AS PESSOAS DE CLASSE BAIXA AINDA QUEIXAM-SE FAZENDO PARECER QUE OS HUMILHADOS SEJAM CULPADOS DE QUALQUER COISA.See Translation