sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

VITÓRIA DA DEMOCRACIA

Luís Roberto Barroso, a liderança suave no STF


Luís Roberto Barroso assumiu o cargo de Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) como unanimidade nacional. Na condição de advogado, antes de se tornar Ministro coube a ele defender algumas das grandes teses modernizantes do STF.
Chegou em pleno burburinho da AP 470, sofrendo ataques preventivos da frente de difamação criada em cima do clima de linchamento.  E sofrendo também críticas de colegas e de jornalistas (como este aqui) incomodados com  seu ar algo blasé, de quem não se deixa comover com discussões e retóricas.
Foi um período tenebroso, com o STF sendo presidido por Ministros sem compostura e as grosserias campeando nas sessões. Restava a fortaleza suave de Ricardo Lewandowski e a ironia firme e sem retórica de Marco Aurélio de Mello colocando limites ao festival de grosserias emanados de Joaquins e Gilmares.
Aos poucos, de modo suave, Barroso foi construindo sua liderança em uma casa quase coagida pela truculência verbal de Gilmar Mendes, amparado por uma mídia vociferante e uma turba disposta a agressões públicas contra recalcitrantes, como aconteceu com Ricardo Lewandowski no julgamento do "mensalão".
Na sessão histórica deste 17 de dezembro de 2015, sem rompantes, com absoluta racionalidade, Barroso desconstruiu um a um os argumentos do relator Luiz Edson Fachin, mas com tal fidalguia que Fachin saiu consagrado  da sessão - embora derrotado em todos os pontos relevantes.
Restaram a Dias Toffoli e Gilmar Mendes os berros, a retórica vazia, comportando-se como líderes secundaristas defendendo a democracia direta, por cima dos partidos e das "oligarquias partidárias" - conforme definição do mais oligárquico personagem jurídico do país, Gilmar.
Foram berros para a TV, não para um fórum qualificado. Pelo contrário, terminado o festival de berros salivados de Gilmar e Toffoli, a palavra voltou a Marco Aurélio de Mello para, com sua linguagem e raciocínios claros, trazer de volta os princípios elementares de democracia representativa, assegurando a indicação dos membros da comissão do impeachment aos blocos partidários.
Gilmar saiu bufando da sessão, avisando que iria viajar e merecendo, de bate pronto, um "boa viagem" de Levandowski, um presidente impecável, até nos elogios paternais às bizarrices adolescentes de Toffoli.
No final da sessão, ficava claro que há juízes no Supremo. E, mais que isso, uma liderança suave e firme, de um iluminista de modos fidalgos mas  sólido como a qualidade dos argumentos com que ilumina 
Junqueira Junior

Safatle ironiza 'golpe primário' de Temer e do PSDB


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Filósofo Vladimir Safatle diz que, “depois de anos operando nas sombras, o vice-presidente conspirador resolveu transformar seu partido-ônibus em uma máquina monofônica organizada para garantir que ele será, enfim, alçado à Presidência da República nos próximos meses”; quanto aos tucanos, questiona a moral do partido para liderar debate contra corrupção, e alerta: “Se, por sua vez, a oposição der o golpe, este será só o começo de uma das mais profundas crises institucionais e sociais que o país conhecerá. No poder, estará a mais crassa casta oligárquica à frente de um governo ilegítimo, com poderes policiais e repressivos reforçados”
a Justiça.

PCdoB: estamos vencendo o terceiro turno


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Deputada Luciana Santos (PE), presidente do PCdoB, comemora a votação do Supremo Tribunal Federal (STF) que devolve ao Senado o poder de decisão sobre o processo de impeachment, derrubando as manobras do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), pelo golpe; foi a sigla quem recorreu ao STF: “Há novas batalhas pela frente. Mas a vitória do STF nos deu alegria e alívio. Há dias que valem por uma geração. Estamos vencendo o terceiro turno”, disse 

Vigilante: cai por terra golpe de Cunha e da oposição


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Em nota, deputado Chico Vigilante, líder do PT na Câmara Legislativa comemorou a decisão do STF de devolver ao Senado a decisão sobre o impeachment; elediz que “cai por terra mais essa tentativa desonesta perpetrada pelo presidente da Câmara Federal, Eduardo Cunha e seus aliados da oposição de tirar à força a Presidente Dilma Rousseff por meio de golpe”; “Foi uma vitória incontestável da democracia brasileira; os ministros do tribunal demonstraram verdadeiro respeito ao papel constitucional que cabe ao Senado Federal”, acrescentou 
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MORRO DO CHAPÉU SEM A MALIGNA INFLUÊNCIA DO DITADOR ZÉ CARAMUJO...AGORA, COMEÇA A FUNCIONAR. Agradecemos às Secretarias de Saúde e Comunicação pelo Convite.
PS. CADÊ A PESQUISA FANTASMA DE ZÉ CARAMUJO QUE NINGUÉM A VÊ...OU FOI CONSULTADO...FOI FEITA COM EXTRA TERRESTRES?..eu tenho certeza que essa pesquisa de mentirinha foi feita entre seus serviçais e entre alguns membros da Cleptoligarquia dos Dourados. 

2 comentários:

Anônimo disse...

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Anônimo disse...
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