quarta-feira, 30 de março de 2016

TODOS TEMOS A OBRIGAÇÃO MORAL E CÍVICA DE DEEFENDER A DEMOCRACIA E RESISTIR À ESSE SINDICATO DE LADRÕES QUE A QUER ASSASSINÁ-LA: NÃO VAI TER GOLPE, VAI TER LUTA!


Com Lula, Ciro e Requião, começar o governo eleito em 2014



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O crime está tipificado: é assassinato. A vítima está identificada: a democracia, o Estado Democrático de Direito e a Constituição. Os autores do crime são conhecidos: os fascistas golpistas que se perfilam ao redor do vice-presidente Michel Temer que, mesmo sem ter recebido um único voto sequer, quer surrupiar a cadeira presidencial conferida à Dilma por 54.501.118 brasileiras/os.
O PMDB anunciou em convenção nacional que durou pouco mais de três minutos – um recorde na história mundial de convenções partidárias – a síntese da política asquerosa construída diuturnamente em 15 meses de conspiratas e traições executadas soturnamente pelo próprio Temer: a saída traiçoeira do governo.
A fotografia do anúncio fala por si: Eduardo Cunha – sim, o Eduardo Cunha que melhor desempenharia o papel de presidiário – estava na linha de frente, de braços erguidos e entrelaçados com outras tristes figuras do golpismo peemedebista que ultrajam a memória de Ulisses Guimarães e Tancredo Neves.
O golpe fascista liderado pela aliança PMDB/PSDB e chancelado pelo condomínio jurídico-midiático-policial e pelo grande capital acelera o galope. Nos próximos 6 meses, ou o golpe será consumado ou então terá sido enterrado pela resistência democrática.
O governo Dilma entra em novo e decisivo ciclo. Na realidade, o governo Dilma recupera a oportunidade de se reencontrar com o programa eleito por 54.501.118 brasileiras/os no dia 26 de outubro de 2014. Com um desafio de transcendental complexidade: resistir ao golpismo que adquiriu uma força descomunal neste 29 de março.
Esta é a hora do tudo ou nada. É a hora em que a avalanche democrática e popular que toma conta do país poderá fazer a diferença na defesa da legalidade e da democracia ao lado da Presidente Dilma e do seu novo governo.
Um novo governo que deve contar com figuras fundamentais neste momento crítico em que se define o futuro do Brasil e de sua democracia.
Um governo comandado por Lula e Dilma e integrado por figuras como Ciro Gomes, Roberto Requião e por outros/as democratas de grande quilate e capacidade política para resistir, enfrentar e derrotar o fascismo golpista que arregaçou as mangas nesta etapa terminal da guerra contra a democracia e o Estado Democrático de Direito.
Da Carta Maior

CIRO GOMES TEM RAZÃO: A CÚPULA GOLPISTA É UM SINDICATO DE LADRÕES...À LUTA, PATRIOTAS!

Ciro: golpe é “entreguista” e movido por “ladrões”

Guilherme Santos/Sul21:
Ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes disse nesta quarta-feira 30 em Porto Alegre, onde participa de seminário na PUC-RS, que o processo de impeachment da presidente Dilma está sendo movido por uma "coalizão de ladrões" que deseja implementar uma "agenda entreguista", submetida a interesses internacionais; especulação que circula hoje é de que a presidente chamou Ciro para uma reunião de emergência em Brasília, e que por isso ele teria cancelado uma palestra em Santa Catarina na sexta-feira; assessoria não confirmou, nem negou o chamado de Dilma; confira a íntegra da entrevista ao portal Sul 21

A foto que constrange o movimento golpista

IGO ESTRELA: <p>Reunião do diretório nacional do PMDB, que oficializou o desembarque do governo federal</p>
Uma das imagens emblemáticas do golpe foi tirada ontem, quando Eduardo Cunha, Romero Jucá e Eliseu Padilha, três notórios peemedebistas, ergueram as mãos no dia do desembarque do PMDB; para quem foi às ruas gritar contra a corrupção, chega a ser constrangedor ver as faces dos homens que estão pestes a assumir o poder; Cunha, presidente da Câmara, é réu no STF por corrupção e Jucá está na lista de parlamentares investigados pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na Lava Jato; jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, aponta um fator importante: "governo algum é capaz de se sustentar sem legitimidade. Que dirá a de quem não teve e não teria voto algum"; "'Temer Presidente'" pode ser gritado num salão com um cento de políticos, mas não pode ser gritado em esquina alguma do país", afirma

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