quarta-feira, 13 de abril de 2016

NÃO VAI TER GOLPE...À LUTA PATRIOTAS!

Alerta geral

Ricardo Stuckert/ Instituto Lula: <p>São Bernardo do Campo- SP- Brasil- 04/04/2016- Ex-presidente Lula, durante ato no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo. Foto: Ricardo Stuckert/ Instituto Lula</p>
Os monopólios de comunicação tratam de vender uma imagem de derrota e rendição do governo diante da votação do impeachment. Os objetivos são claros: provocar o chamado efeito-manada entre os deputados e enfraquecer a mobilização democrática.
As informações passadas por estes veículos constituem pura guerra psicológica. A situação é difícil e perigosa, não resta dúvida, mas o placar real demonstra que a batalha contra o golpe poderá ser vitoriosa.
A oposição de direita, somando todas as últimas adesões e já contando os indecisos que pendem para o seu lado, reúne 308 votos. A bancada da democracia alcança 161 votos. A disputa se dá principalmente na conquista dos 44 votos ainda indefinidos.
A hora é dramática e de combate, mas jamais de baixar a guarda ou cair no desanimo, pois isso é tudo que desejam os golpistas.
Vamos continuar lutando por cada palmo de rua e cada voto no parlamento. Está em jogo o futuro de nosso país.

Indiretas Já para a Ditadura do 1%

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"Como a presidenta eleita não cometeu crime algum, e eles sabem muito bem disso, a votação do próximo fim de semana não será uma votação sobre impeachment, mas uma eleição indireta para a Presidência da República. Trata-se da primeira votação indireta para a presidência, após a ditadura militar. Com um agravante: o último presidente eleito indiretamente, Tancredo Neves, tinha prestígio e legitimidade. Foi eleito para derrotar a ditadura", coloca o sociólogo Marcelo Zero, colunista do 247; ele explica que a "ditadura do 1%" tem mais de um sentido: "Ditadura do 1% porque só tem apoio de 1% dos eleitores. E ditadura do 1% porque Michel Temer governaria para o 1% mais rico"

Renan terá papel central no País após o domingo

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Caberá ao presidente do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), buscar uma solução pacífica para a mais complexa e aguda crise já enfrentada pelo Brasil desde a redemocratização; se a presidente Dilma Rousseff conseguir vencer a batalha do impeachment, na Câmara dos Deputados, será por uma margem pequena – o que apontará dificuldades para a governabilidade nos próximos dois anos; por outro lado, se o impeachment sem crime de responsabilidade – ou seja, golpe – passar, o vice-presidente Michel Temer não terá legitimidade para assumir o poder; Renan, que já foi ministro de FHC e apoiador importante dos governos Lula e Dilma, prega um "parlamentarismo à brasileira"

OEA: o mundo está ao contrário no Brasil

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Secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Luis Almagro alerta para o caráter surreal do golpe em curso no Brasil; segundo ele, o que se vê no Brasil é "a realização de um processo de impeachment de uma presidente Dilma Rousseff que não é acusada de nada, não responde por nenhum ato ilegal"; "É algo que verdadeiramente nos preocupa, sobretudo porque vemos que entre os que podem acionar o processo de impeachment existem congressistas acusados e culpados. É o mundo ao contrário", disse; ou seja: no Brasil, são políticos corruptos, comandados por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que podem cassar a presidente honesta, que permitiu o combate à corrupção

PDT lembra Brizola e fecha contra impeachment

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Mesmo com parlamentares críticos a algumas conduções do Executivo, principalmente na área econômica, o PDT avisou que se mantém na base e fechou questão para votar contra o impeachment; decisão foi tomada numa reunião na casa do líder na Câmara, deputado Weverton Rocha (MA), com o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o ministro André Figueiredo, das Comunicações; em vídeo, Carlos Lupi lembrou que Leonel Brizola foi "condenado prematuramente" pela mídia e disse que "o impeachment sem base legal é golpe"

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