sexta-feira, 13 de maio de 2016

SINDICATO DE LADRÕES QUE SE APODEROU DO PODER EM BRASÍLIA: TRANSFORMA O BRASIL EM CHACOTA MUNDIAL. Diga NÂO ao Golpe...RESISTÊNCIA JÁ!

247 – O jornal britânico The Guardian, que já fez vários ataques ao processo de impeachment de Dilma Rousseff, bateu duro no afastamento da presidente por até 180 dias, concluído nesta quinta-feira 12, em um editorial com o seguinte título: "o sistema político deveria estar sendo julgado, não uma mulher".
O texto avalia que o sistema político brasileiro é tão disfuncional que a corrupção é "praticamente inevitável" para a governabilidade e ele é que deveria estar sendo julgado, não a presidente afastada, que "herdou esse legado infeliz e começou a perder o controle em um período de declínio econômico".
O jornal aponta ainda que o afastamento se tornou necessário para desviar o foco de políticos investigados na Operação Lava Jato: "O elemento tóxico final na crise foi a percepção de muitos políticos que os procuradores poderiam pegar mais e mais deles e uma maneira de evitar ou minimizar essa possibilidade poderia ser distrair a atenção e tomar o controle político com o processo de impeachment da chefe de Estado".
O The Guardian coloca a seguinte questão: A presidente é humilhada por seus inimigos, mas eles podem dar o novo começo de que o Brasil precisa? E tenta responder: "O novo governo brasileiro deveria iniciar uma mudança constitucional radical que pudesse fazer a política mais funcional e honesta. Mas saber se o novo governo que o vice-presidente Michel Temer está montando será capaz de dar esse salto é, infelizmente, muito duvidoso".
Outros importantes jornais estrangeiros se manifestaram de forma crítica ao impeachment no Brasil. Também nesta sexta-feira 13, o The New York Times, jornal mais influente do mundo, afirmou que Dilma "paga um preço desproporcionalmente grande por irregularidades administrativas enquanto vários de seus detratores mais ardentes são acusados de crimes mais escandalosos".
Na última quarta-feira, o jornal espanhol El País, o mais importante da Europa, definiu o processo como "irregular" e o afastamento de "uma espécie de golpe institucional". "O Brasil não pode se permitir semelhante espetáculo. O dano causado é incalculável", alertou o editorial.

Deputados de esquerda na Europa veem “passo para o golpe” no Brasil


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Grupo da Esquerda Unitária (GUE) do Parlamento Europeu, que integra os deputados do PCP e BE, aponta em comunicado divulgado nesta sexta-feira que "a aprovação pelo senado brasileiro do procedimento para afastar Dilma Rousseff, presidente eleita do Brasil, é um passo decisivo imposto pela direita e pela oligarquia brasileira para um golpe de Estado, com a interferência dos Estados Unidos"

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