quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

O VENDEDOR AMBULANTE QUE SE TORNOU O HERÓI DO ANO. Entre os males que afetam a humanidade no século XXI; a homofobia e o racismo são os mais asquerosos. Aqui mesmo em Morro do Chapéu ainda existem pessoas malígnas que persistem disseminando esse câncer chamado HOMOFOBIA. O mais notório é aquele velho fascista ex-agente carcerário do Carandiru LAURO ADOLFO SILVA DOURADO, cuja ODIOSA página pessoal no Facebook; É UMA ESPÉCIE DE POLO MAGNÉTICO QUE ATRAI TODOS OS FASCISTAS E RETRÓGRADOS DAQUI DA REGIÃO...99.9% são seus parentes da família Dourado, inclusive, o novo Prefeito ALEGRE (GAY na língua de Shakespeare) de Morro do Chapéu. Aparentemente, o novo Prefeito já lhe ofereceu uma MAMATA na Prefeitura ( como moeda de pagamento por seu BABAOVISMO INTERESSEIRO (de Lauro) durante a campanha eleitoral. Tudo isso não deixa de ser um INSULTO E UM TAPA NA CARA DA COMUNIDADE LGBT LOCAL, da qual faz parte o próprio novo prefeito e seu tio, dizem as más línguas, órfãos do finado Língua de Trapo. Num Brasil que termina esse 'annus horribilis' (diria a Rainha da Inglaterra) trocando uma MULHER HONESTA por um PICARETA DITADOR COVARDE, TRAIDOR E CORRUPTO...a tragédia que ceifou a vida desse carismático Vendedor Ambulante na Capital Paulista; é um raio de INSPIRAÇÃO que nos faz acreditar que nem tudo está podre e perdido ''no Reino da Dinamarca''.

Um herói invisível: o martírio do ambulante Luiz Carlos Ruas. Por Paulo Nogueira

Postado em 27 Dec 2016
Herói invisível: Ruas
Herói invisível: Ruas

Luiz Carlos Ruas.  Viveu invisível, como milhões de brasileiros que são, como ele, ambulantes.
Virou notícia na morte, aos 54 anos, na noite de Natal, no metrô de São Paulo.
Eu ia dizer que só então o enxergaram, mas eu estaria mentindo.
Ele continuou invisível enquanto dois homens jovens o espancavam até a morte. A idade somada dos dois não chegava à dele.
Ruas estava invisível para os circunstantes, e assim os agressores puderam bater, e bater, e bater.
Em certo momento, como mostra um vídeo, os dois pareceram ter cansado de bater no ambulante estirado no chão.
Mas não. Eles voltaram e bateram mais. Luiz Carlos Ruas agonizou invisível.
Ninguém o socorreu. Onde os vigilantes do metrô? Onde pessoas solidárias?
A morte invisível é banal num país em que pobres não valem nada.
Entendo isso, embora lamente profundamente.
Mas a morte invisível não.
Ninguém viu Luiz Carlos Ruas em vida, mas sua morte tem que ser celebrada como o martírio de um heroi.
Ele morreu por fazer o que ninguém faz: defender alguém — outro invisível — que estava sendo atacado pelos dois homens que acabaram por assassiná-lo. Foi morto pelo ódio. Morreu por amor.
Luiz Carlos Ruas, o ambulante invisível, é aquele tipo de heroi que amanhã todos terão esquecido.
Ou hoje mesmo.
Mas em sua lápide certamente simples, tosca, remota, típica dos homens e mulheres invisíveis do Brasil, deveria estar escrito asssim.
LUIZ CARLOS RUAS (1962-2016)
FOI UM HEROI
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Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.
  1.  
  2. Polícia prende um dos suspeitos de matar ambulante no Metrô de SP

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    QUE A JUSTIÇA SEJA FEITA! Espero que esse COXINHA FASCISTA HOMOFÓBICO APODREÇA ATRÁS DAS GRADES...PARA SERVIR DE EXEMPLO PARA OS SEUS CONGÊNERES, INCLUSIVE, PARA OS DAQUI DE MORRO DO CHAPÉU.
    37,572 Views
    CAÇA AOS VEADOS
    Via Intelectuais do Brasil
    Enquanto o Brasil vivia o período da redemocratização, a ditadura parece nunca ter acabado para LGBTs. Esse vídeo escancara como a violência e preconceito contra essa população eram normais há menos de 30 anos atrás. Com apoio das massas, o governo de São Paulo colocou sua polícia para aterrorizar travestis e minorias sexuais, criando políticas discriminatórias sob a velha justificativa de "preservar a família, a moral e os bons costumes", enquanto grupos fascistas promoviam uma "limpeza social" com crimes de ódio, respaldados pela impunidade e pelo total acobertamento da mídia.
    Lembrado como um líder carismático, populista e por tomar medidas de pouca importância, como proibir desfiles de biquíni, não consta nos livros de história que o ex-presidente Jânio Quadros perseguiu e exterminou LGBTs enquanto esteve à frente da prefeitura de São Paulo, na chamada Operação Tarântula.
    Temos muito para aprender com esse vídeo. Precisamos entender que a a violência das ruas não ocorre por causa de um indivíduo ou um grupo isolado de pessoas más, e sim, porque existe uma estrutura (igrejas, governo, polícias, mídia) que lhe autoriza. Que essa violência existe ainda hoje, pois as travestis nunca deixaram de ser marginalizadas e massacradas. Que nossos direitos não caíram do céu e não são eternos. E que se não nos levantarmos agora, nada impede que voltemos a viver nesses tempos sombrios...
    PELA RECUPERAÇÃO DA HISTÓRIA DA COMUNIDADE LGBT BRASILEIRA!
    QUE A VERDADE CONSTE NOS LIVROS DE HISTÓRIA!

    Trecho do documentário "Temporada de Caça", de Rita Moreira (1988)
    Murilo Aquino
    Murilo Aquino Não consegui ver até o fim

    Bichas, o documentário. - YouTube

    https://www.youtube.com/watch?v=0cik7j-0cVU

3 comentários:

Anônimo disse...

Esse é o melhor blog GLS de morro do chapéu!!!! Parabéns ao blogueiro pelo seu compromisso com a nossa classe.
Vc nós representa é um de nós!!!

Anônimo disse...

Parabéns blogueiro vc representa a classe gay muito bom saber que vc é um de nós....

Anônimo disse...

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk