quarta-feira, 15 de novembro de 2017

JUSTIÇA POÉTICA OU KARMA... CHAMEM-NA DO QUE VOS PARECER MAIS APROPRIADO; MAS NÃO TEM PREÇO VER OS FASCISCOXINHAS E SEUS GURUS PROVANDO DO PRÓPRIO VENENO. Quem acompanha o nosso Blog sabe da batalha que a crescente e atuante comunidade LGBT Morrense vem travando contra os brucutus fascistas locais, liderados por aquele velho FASCISTOIDE EX-PORTEIRO DO CARANDIRU, Lauro ADOLF HITLER CABOCLO\SARARÁ Silva Dourado. Antipetista ferrenho e BolsoNazista declarado, sua página pessoal no facebook é conhecida por disseminar o que existe de pior na extrema-direita brasileira. Olavo de Carvalho, Reinaldo Azevedo, Diogo Mainardi, Kim Kataguri, Augusto Nunes, aquela loira que o próprio Reinaldo Azevedo diz que tem titica de galinha no microscópico cérebro Joyce Hasselmann, Alexandre Frota são os seus ícones sagrados. E por falar nesse novo ícone coxinha ator de filmes pornôs gays de KIMTAKATIGURIA Alexandre Frota...vcs já ficaram sabendo da última? Pois é gente, aparentemente, o moçoilo tem um ''probreminha de oração'' bastante parecido ao de seu fã morrense Lauro Adolf Hitler Sarará, constatado pelas donzelas do Mercadão de Irecê. É como diz o velho ditado: ''nada me surpreende quando se trata de fascistas homofóbicos do quilate desses vermes que poluem a internet brasileira''.... nada nesses caras é original...até o bilau desses caras é FAKE. Agora, só resta a essa tchurma fascista do bilauzinho murcho seguir o receituário do Marquês de Sade...


processar seus difamadores e fazê-los pagar. Por Kiko Nogueira


Paula Lavigne e Caetano

Um leitor do DCM comentou, a respeito da condenação na Justiça de um escritor de extrema direita que chamou Caetano Veloso de “pedófilo” nas redes sociais: o cantor baiano está lavando a alma de muita gente.
Acrescentaria o seguinte: Caetano está lavando a alma da democracia.
Nos últimos anos, a extrema direita mais indigente e histérica se prestou a caluniar e difamar à vontade seus “inimigos”, sem medo de ser feliz.
Tinha a mídia ao seu lado. Tinha um ambiente propício. Os extremistas se beneficiaram do “republicanismo” do PT, de um ministro da Justiça inapetente, dos justiceiros da Lava Jato e da sensação de impunidade.
Da política, migraram para a moral e os bons costumes, invadindo exposições de arte aos berros, apelando para a censura, imputando crimes aos adversários.
A atitude de Caetano é pedagógica. É um basta.
Alexandre Frota e os líderes do MBL Kim Kataguiri, Renan dos Santos e Vinicius Aquino foram acionados e obrigados a retirar do ar as postagens ofensivas. A multa para o descumprimento era de 10 mil reais por dia.
Na sequencia, o escritor Flávio Azambuja Martins, auto batizado Flávio Morgenstern (“estrela da manhã” em alemão), criador e disseminador da hashtag #caetanopedofilo, foi obrigado a apagar as mensagens injuriosas.
A juíza Flavia Alves, da 14ª Vara Cível do Rio de Janeiro, também determinou que o cidadão se abstenha de postar mais ofensas.
Faltava o mentor intelectual da turma, o guru Olavo de Carvalho, especialista em toda sorte de baixarias contra “comunistas”, grande disseminador do ódio mais abjeto sob um verniz pseudo intelectual.
Caetano pede indenização de 150 mil reais por direito de imagem e dano moral no caso de Olavo. No de Azambuja, são 200 mil.
Da Virgínia, nos EUA, onde se refugia, o mestre sugeriu o que o pupilo Azambuja deveria dizer ao juiz: “Se Vossa Excelência me indicar, em vez de ‘pedófilo’, algum outro termo da língua portuguesa apto a descrever com precisão o homem de quarenta anos que faz sexo com uma menina de treze, concordarei que disse uma coisa inapropriada.”
As ações tramitaram rapidamente porque Caetano pediu priorização pelo fato de ter 75 anos. 
O pensador austríaco Karl Popper criou o paradoxo da tolerância: tolerância ilimitada leva ao desaparecimento da mesma.
Não tem nada a ver com liberdade de expressão. É crime. E, numa sociedade civilizada, o preço a se pagar por não fazer nada é sua destruição.

Após 3 anos em segredo de justiça, processo de Frota para obter prótese peniana se torna público

Frota, que costuma atacar adversários com expressões como “pinto mole”, teve disfunção erétil grave e colocou prótese depois de processo contra plano de saúde
Da Redação
Em 2014, o ator Alexandre Frota, um dos atuais ícones da extrema-direita nas redes sociais, travou batalha judicial com o Plano de Saúde Bradesco para conseguir o implante de uma prótese peniana. O caso ficou em segredo de justiça até o último 31 de outubro, quando se tornou público por uma decisão judicial.
Leia também: Por que demos a matéria do Frota e não publicamos a íntegra do processo
Frota admite processo contra plano de saúde e ataca juiz que derrubou segredo de justiça
Quando entrou com a ação, Frota tinha 51 anos e, segundo relato no processo, foi ao consultório médico queixando-se de dor extrema na região peniana próxima ao escroto (região penescrotal).
Em consulta, relatou “dificuldades extremas em obter uma ereção peniana satisfatória, que permitisse ao mesmo a realização do ato sexual”.
Frota foi diagnosticado pelo Dr. Carlos Augusto Cruz de Araújo Pinto como portador de disfunção erétil por “doença erétil venosa e doença peyronie”.
De acordo com petição do advogado, “Frota foi submetido a tratamentos injetáveis com medicamentos que induzem a ereção e, mesmo assim, a resposta não foi suficiente e o paciente continuou sem obter ereção satisfatória”.
Patologia progressiva
No percurso do processo, a defesa de Frota apontou os riscos no caso de o tratamento adequado não ser realizado. “Este tipo de patologia é progressiva, e este indivíduo evolui de forma gradativa para um quadro de disfunção erétil severa. Neste estágio da doença, os riscos de perda total da ereção são altíssimos e, caso o paciente não se submeta a procedimento cirúrgico para a reversão do quadro, o mesmo pode atingir um estágio que impossibilite inclusive a solução cirúrgica aqui solicitada”.
O advogado chama ainda a atenção para a parte emocional do seu cliente: “A incapacidade de obter ereção necessária vem o abalando (sic), uma vez que sempre teve vida sexual ativa com a sua parceira”, disse.
Caso urgente e passivo de constrangimentos
Frota teve que ir à justiça, porque o plano de saúde se propôs a pagar uma prótese não inflável. E de acordo com a petição, este modelo “além de não restabelecer as funções físicas de forma satisfatória, pois não atinge o mesmo nível de ereção e espessura de uma prótese inflável de 3 volumes, causa inibição e constrangimento ao paciente, pois o pênis permanecerá sempre em posição de ereção, o que pode provocar constrangimentos psicológicos em locais de convívio social como praias, piscinas, saunas e tem restrições à prática de exercícios físicos, muitas vezes necessários por recomendação médica, ou pode se afastar do convívio familiar por constrangimento, como por exemplo, receio que uma criança da família possa perceber o implante não inflável perante os demais membros da família”, lamentam.
Em defesa do seu cliente, o advogado de Frota chama a atenção para a urgência do fato: “o quadro deste paciente é extremamente grave e necessita de intervenção cirúrgica URGENTE, pois seu quadro também é progressivo e a demora na execução do tratamento indicado pode acarretar em atrofia peniana severa, comprometendo de uma vez por todas a sua capacidade de obter ereção.”
Antes de o caso ser julgado, Alexandre Frota e o Bradesco Saúde S.A. entraram em um acordo, que foi assinado no dia 12 de dezembro de 2014. O plano de saúde assumiu todas as despesas cirúrgicas, bem como os honorários advocatícios. O acordo foi homologado pelo juiz em 21 de janeiro de 2015.
Frota usa disfunção erétil como arma de ataque
O ex-ator pornô, ironicamente, usa a disfunção erétil como uma arma de ataque conta pessoas que têm um posicionamento político diferente. Ele já chamou o jornalista Juca Kfouri, por exemplo, de “pinto mole”.

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