terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

O brilhante jornalista Joaquim de Carvalho do DCM escreveu uma matéria - sobre o DESPERTAR DOS PANELEIROS - que deveria ser leitura obrigatória para a COXINHADA Brasil afora...especialmente, para os nossos desmiolados coxinhas morrenses, como o corretor enrolão, o marombado rastafake, o dentista carniceiro, o velho pomposo da ASFAM e congêneres.


O MANIFESTOCHE DE MORRO DO CHAPÉU

ESSE É MAIS UM MANIFESTOCHE MORALISTA SEM MORAL EM CUJO LOMBO PESA AS MÃOS DA LEI...
Aos brasileiros que a Tuiuti despertou: dê cá um abraço, companheiro. Por Joaquim de Carvalho



Em uma enquete na sua página no Facebook, o Mídia Ninja perguntou aos leitores com quem eles se identificavam no bloco dos manifestoches da Paraíso da Tuiuti:
O pato? O trabalhador explorado? A marionete? Ou a mão que manipula a tudo e a todos?

Houve centenas de respostas e, no meio delas, duas chamaram a atenção.


Bruno Gabriel: Admito que fui o manipulado, mas caí em mim”


Em uma enquete na sua página no Facebook, o Mídia Ninja perguntou aos leitores com quem eles se identificavam no bloco dos manifestoches da Paraíso da Tuiuti:
O pato? O trabalhador explorado? A marionete? Ou a mão que manipula a tudo e a todos?
Houve centenas de respostas e, no meio delas, duas chamaram a atenção.
Um dizia: “Eu admito que fui o manipulado, mas caí em mim!”. Outro afirmou: “Eu admito que também fui manipulado, mas já algum tempo abri meus olhos.”
Uma rápida pesquisa na rede social dos dois mostra que um pode estar fantasiando — suas postagens são próprias de quem faz militância de esquerda —, mas o outro parece mesmo arrependido, e é em pessoas como ele que se deve prestar atenção.
É Bruno Gabriel, jovem advogado, formado por uma universidade particular de São Paulo, a FMU, de uma família de caminhoneiros que prosperou e tem (ou teve) uma pequena transportadora. Mora em Osasco, na Grande São Paulo. É evangélico.
Em seu perfil na rede social, se pode ver também que militou ferozmente contra o governo do PT, com postagens como esta:
“Petista só quer saber de trabalhar depois de preso”. Ou: “Lula participando de ato em defesa da Petrobras me lembrou Suzane von Richthofen chorando no enterro dos pais”.
Também disse que o governo de Dilma Rousseff emprestava dinheiro, mas só para quem nasceu em Cuba.
Em 2014, a foto do seu perfil tinha a frase Aécio 45 e, nos dias mais tensos que antecederam o golpe, vestiu camisa da Seleção Brasileira.
Não diz se bateu panela, mas é bem provável.
Sua conversão política, digamos assim, começou na discussão da reforma trabalhista, no ano passado.
Bruno Gabriel parece ter despertado de um sono profundo.
Colocou na capa de seu perfil banner em apoio à greve geral contra a reforma trabalhista e a reforma da Previdência no dia 28 de abril.
Algumas pessoas estranharam, mas outros deram apoio. “Tenho conhecidos na minha timeline que são contribuintes da Previdência Social e trabalham de carteira assinada e são contra a greve. Vai entender essa gente”, comentou um amigo. Bruno Gabriel acrescentou: “Masoquismo, só pode!”
“Cara, tem gente pagando pau pro Dória ser contra a greve. Já viu empresário defender direito trabalhista?”, prosseguiu o amigo. “Eu sinceramente não entendo o brasileiro.” Bruno Gabriel comentou: “Absurdo!”
As postagens seguem na linha de quem não concorda com o que tem acontecido com o Brasil depois do golpe.
Até que vem o comentário na página do Mídia Ninja, depois da exibição da Paraíso da Tuiuti:
“Eu admito que fui o manipulado, mas caí em mim!”
Abaixo do comentário de Bruno, aplausos, manifestações de carinho. “Ganhou o meu respeito”, disse uma. Outra acrescentou: “Acredito nisso, sabia?!”, para uma terceira arrematar: “Eu também, Sêmela. Antes tarde do que nunca!”
Bruno Gabriel faz parte de um contingente da população que não é engajado politicamente e, por isso, tem papel decisivo nas escolhas do País.
O engajado segura a peteca — é não é fácil lutar por democracia —, mas quem decide que time vai jogar é o brasileiro como Bruno.
É o eleitor que elegeu Fernando Henrique Cardoso e também escolheu Lula para sucedê-lo.
Pode ter ido para as ruas pedir a cabeça de Dilma, mas pode voltar para lá agora e ajudar a conter o golpe.
Lula, que é certamente o político mais habilidoso desta geração, sabe bem o que representam pessoas como Gabriel.
Tanto que, em uma das etapas de sua caravana pelo Brasil, ao discursar em Campos de Goytacazes, no Rio de Janeiro, disse como as pessoas que se opuseram ao golpe desde o início devem tratar os antigos batedores de panela.
“Aqueles que foram bater panela, aqueles que foram para as ruas apoiar o golpe, não têm mais panela para bater. Estão batendo a cabeça na parede de arrependimento. Não vamos tratá-los com indiferença. Vamos estender a mão e dizer ‘vem para cá, companheiro’”, disse.
Pessoas como Bruno estão por aí, à espera de um aceno, talvez aqui mesmo nesta página do Diário do Centro do Mundo.
Não podem ser tratadas com indiferença.
O desfile da Tuiuti pode, em razão disso, ter o efeito de um despertador.
Na mente do ex-paneleiro, mas também naqueles que resistem ao golpe desde o início.
A arte pode ser revolucionária, mais do que mil palavras.
Funciona muito melhor do que o panfleto.
Com a apresentação esteticamente perfeita da Tuiuti, as pessoas que bateram panela podem, enfim, ver o que sempre esteve sobre nós, mas alguns não tinham se dado conta:
Há uma mão grande manipulando os fatos, para esconder a verdade, e enganando a todos para bater-lhe a carteira.
Ninguém merece.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018


Tuiuti desagradou Maia e Frota, os golpistas

Por Altamiro Borges

O desfile da Paraíso do Tuiuti, no domingo, empolgou os foliões no Sambódromo carioca e bombou nas redes sociais. Mas muita gente não gostou do que viu. Os “coxinhas”, que foram retratados pela escola de samba com suas camisetas amarelas da CBF, batendo panelas e carregando os patinhos da Fiesp, talvez até não tenham entendido o recado. Eles são meio tapados. Mas os golpistas que manipularam estes midiotas captaram a mensagem e ficaram magoados. O ator-pornô Alexandre Frota, com seu alto nível intelectual, postou na internet: “Quero avisar a Tuiuti que palhaço é o caralho. Sou Brasileiro e lutei muito para tirar Dilma do poder e, assim como eu, milhões de brasileiros. Palhaço são vocês. Eu sou brasileiro. Primeira Escola Comunista no Brasil".

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

OS MANIFANTOCHES\ PATOS IDIOTAS (ASSIM OS DEFINE O INTERNACIONALMENTE ADMIRADO E RESPEITADO ACADÊMICO FREI LEONARDO BOFF, amigo pessoal do Papa Francisco) COXINHAS SE TORNARAM OBJETO DE CHACOTA A NÍVEL MUNDIAL...NO DESFILE DA ESCOLA DE SAMBA PARAÍSO DO TUIUTI. E de pensar que esses miseráveis fantoches de interêsses antipatrióticos deram cabo duma Presidente HONESTA e mergulharam o país no caos em que se encontra; esses vermes mereciam ser julgados, se condenados; guilhotinados em praça pública. Digo isso por revolta, mas é claro que a Democracia e o PLENO Estado de Direito deve ser sempre a solução...mas que esses vermes fascigolpistas precisam prestar conta à nação, isso sim que precisa. Esse desfile-protesto dos HERÓIS da escola de samba paraíso do Tuiuti é só uma pequena amostra da indignação e revolta que todos nós brasileiros e brasileiras de bem estamos sentindo.

Mídia Ninja

Manifestoches, a criatura parida do casamento da Globo com a Lava Jato

O ano em que os coxinhas se consagraram no Carnaval e na tela da Globo

Jack Vasconcelos derrubou o Golpe. Viva

https://www.conversaafiada.com.br/cultura/jack-vasconcelos...
Jack Vasconcelos: este é o nome do carnavalesco da Paraíso do Tuiuti, que dominou a primeira noite de desfiles do Carnaval do Rio de Janeiro com o samba-enredo "Meu ...
CÍNICO E HIPÓCRITA, veja quem é o MANIFANTOCHE\PATO IDIOTA corretor coxinha enrolão\enrolado acima:...E UMA CRIATURA DESSAS AINDA TEM A CARA DE PAU DE SEGURAR UM BANNER RIDÍCULO DESSES; HAJA POUCA VERGONHA!!!...a boa notícia é que a sua página (facebook) de ÓDIO AO PARTIDO DOS TRABALHADORES E AO ETERNO PRESIDENTE LULA: ESTÁ ENTREGUE ÀS MOSCAS, ninguém se aventura a visitá-la. ''CORRETOR'' imobiliário - sem querer generalizar - são conhecidos como MENTIROSOS, EMBUSTEIROS E ENROLÕES...esse corretor-coxinha com certeza não é uma exceção. Deus me livre de comprar uma propriedade e usar como intermediário UMA MIZERA dessas.
Depois dessa crise que esses coxinhas malditos criaram, eu escutei que a IMOBILIÁRIA JOSÉ ALBERTO IMÓVEIS desse corretor pato idiota; está À BEIRA DA FALÊNCIA. Eu estou aqui rezando para que isso aconteça; só assim esse coxinha imbecil fica mais IXSPEEEÉRTO. Esse cara de pau ENVERGONHA Morro do Chapéu e, todos seus filhos e filhas que lutam por um Brasil MAIS JUSTO. Que tipinho nojento, é o típico  Classe Média - ex-pobretão - que pensava que já era ''elite''...agora, se não vender ou alugar um apartamento: VAI MORRER DE FOME, porque aposentadoria aos 55 anos; só para o TEMERoso. 

TRT-5 16/09/2014 - Pág. 478 - Judiciário - Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região

: CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO (32) CONSIGNANTE: JOSE ALBERTO IMOVEIS LTDA - EPP CONSIGNATÁRIO: WILLIAM..., apregoadas as partes litigantes: Jose Alberto Imoveis Ltda - Epp (consignante); William Jorge ...
Vejam esse fakenews que eu encontrei no face desse corretor coxinha cérebro de camarão...depois dessa, vc compraria um imóvel tendo como intermediário um imbecil desses...esses coxinhas são a escumalha da raça humana!


O jatinho de Huck cheiara a fraude. Por Luís Felipe Miguel

PUBLICADO NO FACEBOOK DO AUTOR O discurso do combate à corrupção tem três vantagens para a direita. Primeiro, desvia a atenção dos conflitos centrais da...

Paraíso da Tuiuti fez história, como queria o carnavalesco Jack Vasconcelos: “missão cumprida”. Por Joaquim de Carvalho

O Grêmio Recreativo Escola de Samba Paraíso do Tuiuti Paraíso do Tuiuti entrou para a história e a prova disso foi a reação dos apresentadores...

Duvivier sobre o Carnaval: “a gente precisa é construir um país que esteja à altura dessa festa”

O comediante Gregório Duvivier escreveu uma reflexão sobre o Carnaval, sua filha recém-nascida e a situação política e social do Brasil. Foi publicada na...

domingo, 11 de fevereiro de 2018

MAIS UMA VEZ UM DOS MAIORES ACADÊMICOS DA ATUALIDADE - O NOSSO CONTERRÂNEO EUGÊNIO ARAGÃO EX-MINISTRO DA JUSTIÇA DA GESTÃO DILMA - DESMASCARA O JUIZECO CAIPIRA BBB\CELEBRIDADE MOROSSOLINI E SUA ''JUSTIÇA'' SELETIVA. Eu já disse e não me canso de repetir; a mesma Bahia que produz políticos corruptos reacionários ''ladrões de toca-fitas'', bocas de jacarés donos de bunkers, anões do orçamento, grampinhos e grampões...também produz homens de brio do quilate dessa reserva moral chamada EUGÊNIO ARAGÃO. Eu sinto orgulho de ter esse Grande Homem como meu conterrâneo...o mesmo representa a Bahia que perpetua os valores iluministas, tão caros aos nossos ilustres antepassados.

O Brasil dos Moros a correr atrás de sua própria cauda num mundo em veloz transformação. Eugênio AragãoPor Eugênio Aragão

POR EUGÊNIO ARAGÃO, ex-ministro da Justiça.

Somos muito paroquiais. Enquanto uma tempestade sem precedentes históricos se faz anunciar sobre a humanidade, o Brasil se esgarça ao assistir um juizinho de província determinando, no melhor estilo dos anos de chumbo do século passado, a prisão clandestina do irmão daquele que a direita falso moralista elegeu como seu inimigo público número um, José Dirceu.
Trata-se, afinal, do irmão de José Dirceu e isso justifica tudo, para regozijo da fascistada tupiniquim.
O que não interessou ao verdugo togado é que Luiz Eduardo é réu primário, de residência e profissão certas, pessoa dedicada a sua família e que nunca embaraçou a jurisdição penal contra si, comparecendo a todos os atos processuais e sempre que chamado. Um caso típico de ausência de qualquer motivo para a prisão preventiva.
Vamos por etapas. O STF, com estreita maioria, decidiu, em fevereiro de 2016, que, encerrada a instância de apreciação dos fatos e não havendo mais recursos com efeito suspensivo à disposição do acusado, pode – e não deve – se iniciar a execução da pena, ainda que em caráter provisório. O debate sobre a execução provisória da pena tem passado ao longo da atenção para com esse verbo – pode – do julgado do STF e tem distorcido seu significado. O que a corte suprema tratou foi de uma faculdade do julgador no contexto concreto do caso em exame. Cuidava-se de um habeas corpus, sem qualquer efeito geral.
Mas, lá no sul, o tribunal dos amigos de Sérgio Moro resolveu, num golpe de mágica, transformar aquilo que era uma faculdade em dever, como se a prisão, sem qualquer apego à letra da Constituição e da lei, fosse uma consequência inarredável da condenação provisória. E, para não deixar dúvida sobre suas más intenções, ainda baixou súmula nesse sentido, fazendo a festa do ministério público infestado de concurseiros ferrabrás.
Voltamos, assim, aos tempos em que recolher-se à prisão era condição para recorrer da sentença condenatória. A reforma do Código de Processo Penal de 2008, que, em respeito ao princípio da presunção de inocência, aboliu essa regra, passou longe dos verdugos togados. Passaram batidos.
A faculdade outorgada pela lei a um agente público, porém, nunca é um espaço de arbítrio. Ao dela fazer uso, o juiz deve motivar sua decisão, ainda mais quando se trata de restringir direito do jurisdicionado. O espaço para motivação da prisão antes do trânsito em julgado é muito estreito. Quando é que cabe? Obviamente só quando couber cautela processual, isto é, quando a liberdade do acusado puder ser um risco ao desempenho da jurisdição penal (risco de fuga, por exemplo) ou à ordem pública (risco de reincidência na prática de crime). No mais, não pode ser antecipada a pena, porque não definitiva a culpa do apenado. Em outras palavras: a famigerada decisão do STF não mudou nada. Como dantes no Castelo de Abrantes, só é permitida a prisão do condenado em qualquer grau, antes do trânsito em julgado, se incorrer numa das hipóteses do art. 312 do Código de Processo Penal (prisão preventiva).
É evidentemente proibida a decretação da prisão só para atender à concupiscência dos que se regozijam com a desgraça alheia. O direito penal não é um espaço para as Salomés da vida dançarem com a cabeça de São João Batista em bandeja de prata.
No campo puramente ideológico, justifica-se a jurisdição penal como atividade estatal necessária para pacificar conflitos advindos da grave lesão a bens jurídicos. O estado, para afastar a arenga entre o criminoso e sua vítima, toma para si a dor dest‘última e a “neutraliza”, na linguagem no professor frankfurtiano Winfried Hassemer. A vítima, ainda que não seja indiferente ao estado-jurisdição, tem um papel marginal na persecução penal, precisamente porque pode ser potencialmente, na sua ânsia de revidar o crime, tão violenta quanto seu autor.
A neutralização da vítima exige que o estado se afaste de qualquer jogo de satisfação com a punição. Punir é, em nossos dias, na linguagem de Michel Foucault, uma atividade envergonhada, praticada entre as quatro paredes das penitenciárias, longe da curiosidade pública. É fundamental que a pena cumpra seu papel reintegrador e, para tanto, não pode se converter num teatro para alegrar, com a humilhação do apenado, terceiros tarados pela dor do outro.
O juiz que joga para a plateia desmerece a jurisdição, a apequena. A aplicação da lei penal não é uma luta de gladiadores, do bem contra o mal, até porque, ao se exasperar a função punitiva do estado, basta a qualquer um estar no lugar errado, na hora errada, para ser engolido por essa máquina de triturar existências, em que se transforma o direito penal na prática.
O Sr. Sérgio Moro deve ter um problema de formação acadêmica. Não entendeu, até hoje, seu papel. Prefere ver-se no lugar de um Datena, a honrar sua toga. Faz do exercício de sua magistratura um papel de apresentador de reality show de mau gosto e, claro, de escancarada seletividade partidária. Usa a função para satisfazer o sentimento de vingança política dos inconformados com os governos populares de Lula e Dilma. No direito penal, essa atitude tem nome: chama-se prevaricação.
Enquanto isso, o mundo se transforma rapidamente diante de nossos olhos, redistribuindo as cartas do jogo estratégico global. As firulas de Moro e seus amigos com o direito penal mais parecem uma briguinha pelas cadeiras espreguiçadeiras no convés de um Titanic a afundar. Estamos nos perdendo em discussões rasas de princípios que se pensava já há muito estabelecidos no atual estágio de evolução civilizatória enquanto fechamos nossa indústria de construção civil e naval, jogamos as instituições da governança democrática no ralo das disputas políticas e entregamos nossos ativos a potências estrangeiras. Não temos capacidade de ver que estamos afundando em plena tormenta da reordenação econômica global, condenando nossos filhos a viverem num estado falido.
Encontramo-nos na contingência de perder o bonde da história numa sociedade dividida por conta do mau comportamento de alguns de seus atores, que, ao invés de cumprirem sua função constitucional de pacificar, põem lenha na fogueira dos conflitos políticos por pura vaidade, espírito corporativo e incompreensão primária de suas funções no estado. Querem-se respeitados e temidos, sem dar nada em troca à sociedade. Sugam-na, isto sim, com acúmulo de vantagens e prerrogativas, em total disparidade com a situação da maior parte dos brasileiros que pagam suas sinecuras. E se acham lindos e imprescindíveis. É. Tem razão a Senhora Presidenta do STF, Ministra Carmen Lúcia, estamos todos fartos desse judiciário disfuncional, usurpador e entreguista.

Sérgio Moro, que recebe auxílio-moradia, agora quer punir Lula pelo ...

https://www.esmaelmorais.com.br/.../sergio-moro-que-recebe-auxili...
7 days ago - O juiz Sérgio Moro, da lava jato, é chamado nas internas pelo PT como “Chulé” — por não largar do pé de Lula. Depois de condenar o petista no caso do tríplex, cuja proprietária é a OAS, agora o magistrado do auxílio-moradia quer punir o ex-presidente no caso dos pedalinhos de Dona Marisa Letícia, ...

A farra da Lava Jato com auxílio-moradia - Blog da Cidadania

https://blogdacidadania.com.br/.../farra-da-lava-jato-com-auxilio-m...