quarta-feira, 6 de junho de 2018

O JUIZECO CAIPIRA SE TRANSFORMOU NO SUPRA SUMO DA JEQUICE TUPINIQUIM! Uma das características maiores dos coxinhas é a ausência de humildade, o baixo nível cultural e a jequice. Um bom exemplo aqui em Morro do Chapéu é aquele velho Carlista pomposo O(C)taviano e os seus parentes ex-pobretões com mania de elite (O corretor enrolão José Alberto Vasconcelos e o dentista carniceiro Joaquim Carlos Vasconcelos...esse último, é aquele coxinha boçal que não convidou um\uma só Afrodescendente para o ''casamento ariano'' do filho chicano). Espero ter o prazer de um dia ver esse juizeco vende-pátria e seus seguidores coxinhas respondendo por todos os crimes de lésa-pátria que cometeram contra o nosso país. Com essa catástrofe que aí está; isso é só questão de tempo. Hoje mesmo o repeitado e admirado Frei Leonardo BOFF disse exatamente o que acabo de dizer.


Moro, um caipira em Monte Carlo

Por Fernando Brito, no blog Tijolaço:

Uma vez, convidado para participar do programa de entrevistas do empresário Henry Macksoud, Leonel Brizola ganhou uma hospedagem – a gravação terminaria tarde demais para pegar de volta a ponte aérea de São Paulo ao Rio – na suíte presidencial do luxuoso Macksoud Plaza. Quando chegamos, já na escada rolante, o velho gaúcho quase torceu o pescoço olhando os pingentes que desciam pelo vão de vários andares. Depois, ao se instalar no quarto, tirou os sapatos e afundou o pé no espessíssimo tapete, virou para mim e disse:

– Brito, vamos para o Jaraguá…

Jaraguá era o então velhíssimo Hotel Jaraguá, onde funcionou, até os anos 70, a redação do Estadão. Era “querência” antiga, do tempo dos anos 50, mesmo estando decadente e com um leve cheiro de mofo, como em Brasília era o velho Hotel Nacional. Bem satisfeito com a mudança, perguntei o porque deixar de lado a mordomia de um cinco estrelas “grátis” e a resposta veio sem afetação:

- Aquilo é demais, Brito, e gente começa a se entregar pelo macio no pé.

A história vem ao caso quando se lê, no Painel da Folha, a noite de “rei” de Sérgio Moro, num leilão em Mônaco, onde só o ingresso custava mil euros, com direito a um baile brega-chique e a posar com uma bola de futebol nas mãos.

Moro, claro, pode ter ganho tudo “di grátis”, mas o folguedo é daqueles píncaros que mostram a pequenez de um homem.

Pela enésima vez, o juiz de Curitiba mostra que lhe falta uma das virtudes essenciais, quase obrigatória, a um homem público: a austeridade.

Nem se fale da infinidade de dias de trabalho deixados de lado por sua excelência, que virou arroz de festa de bacanas, mundo afora. Mas é evidente que o interiorano está flutuando na sua condição de “queridinho” dos ricos e poderosos (ou ricos e decorativos, com o Príncipe Alberto II, de Mônaco).

É destas nuvens cintilantes que vêm a “cognição sumária” – como ele gosta de escrever – que já antecipa seus julgamentos, que prescindem de fatos que confirmem aquilo que é sua convicção.

É possível que ache que este tipo de gente sejam os “homens bons”, que compram caro obras de arte (duvidosíssimas, aliás) para destinar uns trocados para as crianças de…Nova York, onde fica a Fundação Butterfly, destinatária da benemerência daquele leilão.

Nada, aliás, perto do dinheiro que se “lavou” e que se lava no Principado, onde o dinheiro vai fugir dos impostos, este “horror comunista” que assola as fortunas, retirando-lhes algumas migalhas.

E não se diga que as elites são só para os bem nascidos e bem herdeiros: Moro é uma exemplo dos que afundaram o pé nos altos tapetes e passam a desprezar seu próprio povo.

Moro e a aposta dos EUA



Por Mauro Santayana, em seu blog:

Da mesma forma que a História não desculpará ao Supremo por sua leniência, a intervenção da Lava Jato no processo político e eleitoral em curso, com a surreal condenação e prisão de Lula e a clara, direta consequência da entrega do país - se as coisas continuarem como estão - a Bolsonaro em outubro, ela não perdoará à mesma operação a destruição neutrônica do Brasil e da engenharia brasileira e o enterro judicial dos projetos estratégicos que estavam destinados a aumentar a nossa independência e soberania frente a outras nações.

Nesse sentido - como já foi lembrado - é emblemática a ainda recente imagem em que aparecem, sorridentes, cumprimentando-se, o Sr. Pedro Parente e o Sr. Sérgio Moro e sua esposa.




Tacla Duran: todos precisam conhecer o lado obscuro de Moro



Câmara dos Deputados:

"Moro emite opinião contra réu. Isso é pré-julgamento que viola um princípio básico de direitos humanos, pois os julgamentos precisam ser técnicos, isentos e imparciais", disse o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran em depoimento na Câmara; "O dr. Moro me ofendeu em rede nacional, ao vivo, me prejulgou e me condenou. Ele feriu a Lei da Magistratura também por não me ouvir como testemunha do presidente Lula", acrescentou; Moro negou quatro vezes pedidos para que Tacla Duran fosse ouvido

Wadih Damous: Tacla Duran mostrou o lado escuro da Lava Jato



Agencia Camara

Em entrevista à TV 247, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) observou que o ex-advogado da Odebrecht Rodrigo Tacla Duran, em seu depoimento à Câmara, "mostrou o lado escuro da Lava Jato", lado que "a mídia não mostra"; "A Lava Jato é blindada. Nada que ponha ela em xeque vai ser mostrado", afirmou; o parlamentar destacou que ele e o líder do PT, Paulo Pimenta, continuarão insistindo junto à PGR para que as denúncias do esquema de delações sejam investigadas, assim como as arbitrariedades de Sergio Moro; assista

apartheid à baiana: casamento de filho de um dos c...

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6 de nov de 2015 - APARTHEID À BAIANA: CASAMENTO DE FILHO DE UM DOS COXINHAS MAIS VIRULENTOS DE MORRO DO CHAPÉU ESTAMPA O DNA ...

Um comentário:

Anônimo disse...

Falem dos processos do prefeito, seus lambe ovo